CÉU no Music Hall

19/11/2009 às 19:57 | Publicado em Música | Deixe um comentário
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Cantora apresenta o show de lançamento do CD ‘Vagarosa’

No próximo dia 27 de novembro, sexta-feira, a cantora e compositora Céu apresenta pela primeira vez em Belo Horizonte o seu novo show “Vagarosa”, no Music Hall (Avenida do Contorno, 3239 – Santa Efigênia). O projeto da turnê foi selecionado entre mais de 600 inscritos no Edital Nacional 2008 do programa Natura Musical. “Estamos entusiasmados com nossa parceria com a Céu. Uma cantora bem contemporânea que traz em sua musicalidade elementos universais, além de expressar a alma brasileira e muita feminilidade”, afirma Renata Sbardelini, gerente de marketing institucional da Natura.

Céu - Foto de Marcelo Gomes

O show tem no repertório canções do CD homônimo, como “Cangote” (Céu), “Comadi” (Céu/Beto Villares) e “Sonâmbulo” (Céu/Serginho Machado/Bruno Buarque/DJ Marco/Lucas Martins/Guilherme Ribeiro). O roteiro também faz um passeio pelas músicas do primeiro CD “Céu”, de 2005, como “Roda” (Céu/Beto Vilares), “Malemolência” (Céu/Alec Haiat) e “Lenda” (Céu/Alec Haiat/Graziella Moretto).

No palco, Céu, que também é responsável pela direção musical, estará acompanhada pelos músicos Guilherme Ribeiro (guitarra, teclados e acordeon), Lucas Martins (baixo), Bruno Buarque (bateria) e o DJ Marco (MPC e pick up). O projeto de luz é de Fernanda Carvalho e o figurino de Milli Whitaker.

Céu - Foto de Marcelo Gomes

Graveola (Show de abertura)
Surgido na Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG, em meados de 2004, o grupo emergiu das rodas de violão como um trio que se reunia informalmente para tocar um repertório tão diverso quanto eclético, em que se misturavam clássicos da grande música brasileira a fragmentos da cultura pop mais deslavada e corrompida. Interessados nesse processo de “liquificações sonoras”, os então estudantes de graduação Luiz Gabriel, Marcelo e José Luis começaram a se reunir com mais freqüência, intensificando a produção.

A partir daí um repertório próprio começa a ser esboçado, cheio de absorções irresponsáveis, dos mais variados gêneros: oscilam entre o lirismo e o deboche, das canções consagradas aos jingles televisivos. Nessa época, a falta de instrumentos comuns – e a falta de formação musical – os leva a incorporar utensílios domésticos e instrumentos de brinquedo como ferramenta sonora – o que acabou por lhes dar o subtítulo do grupo, o lixo polifônico, imagem a que dedicam constante divagação conceitual e reescrita, em seus verborrágicos releases e peças de divulgação.

Da continuidade e fertilidade desse processo, novos integrantes foram se juntando, o grupo foi crescendo, ganhando fôlego e reconhecimento. Em 2007, integraram a programação dos festivais de inverno de Ouro Preto e Diamantina, e tocaram na abertura do festival forumdoc.bh.2007 – em show nos jardins internos do Palácio das Artes, que contou com a inusitada participação da dupla (na verdade, um trio) Zé do Poço e Sarieiro. Já no ano de 2008, por meio de projeto aprovado no Fundo Municipal de Cultura de BH, entraram em estúdio para gravar seu primeiro disco. Hoje a banda conta com sete membros: Flora Lopes, Marcelo de Podestá, Luiz Gabriel Lopes, José Luis Braga, Yuri Vellasco, João Paulo Prazeres e Bruno de Oliveira.

Natura Musical
É o programa de apoio à cultura brasileira da Natura com foco em música. Tem por missão estimular e difundir a música raiz-antena. A música que resulta do encontro de elementos tipicamente brasileiros com conceitos, ideias e sonoridades universais.

O programa beneficia projetos de diferentes estágios e processos da música brasileira. Até hoje, cerca de 115 projetos foram selecionados, atingindo as seguintes marcas: mais de 205 apresentações de artistas variados; 124 workshops, oficinas e palestras ministradas; 36 CDs e DVDs gravados; 6 livros produzidos; 5 projetos de pesquisa finalizados; além de festivais, exposições e seminários. Ao todo, 17 estados de todas as regiões do Brasil foram contemplados e mais de 200 mil pessoas beneficiadas.

Entre os patrocinados, destacam-se projetos de todo o Brasil, como a turnê e CD ‘Labiata’, do cantor Lenine; o site biográfico Caymmi Acervo Digital, portal que reúne acervo de 70 anos de carreira do músico Dorival Caymmi; o CD ‘Afrosambajazz’, dos músicos Mario Adnet e Philippe Baden Powell; além da parceria com a cantora Marisa Monte com turnê ‘Universo Particular’ e o filme O Mistério do Samba.

Sobre a Natura
A Natura é a maior fabricante brasileira de cosméticos e conta atualmente com 5.698 colaboradores. A empresa opera por meio da venda direta e contabiliza 850 mil consultoras e consultores no Brasil e no Exterior. A marca também está presente nos sete maiores mercados da América Latina: Argentina, Peru, Chile, México, Venezuela, Colômbia e México. Na França, em Paris, a corporação mantém a sua única loja mundial e um centro-satélite de pesquisa e tecnologia.

Music Hall – sexta-feira – Dia 27 de novembro
CÉU no lançamento do CD “Vagarosa”
Show de abertura: Graveola
Abertura da casa – 21 horas.

Ingressos: (VALORES SUJEITOS A ALTERAÇÕES SEM AVISO PRÉVIO)

Preços: R$ 30,00 e R$ 15,00 (meia-entrada)

Classificação Etária: 18 anos.

Venda de ingressos sem taxa de conveniência:
Bilheterias do Music Hall, de segunda a sábado, das 12h às 20h.
Venda de ingressos com taxa de conveniência:
Livraria Leitura BH Shopping
Loja 27C no Shopping 5a Avenida
site http://www.ingressorapido.com.br (consultar taxa pelo telefone 31 4003 1212)

Meia-entrada: De acordo com Recomendação do Ministério Público, a meia-entrada é válida para estudantes mediante a apresentação da carteira de estudante válida, acompanhada de comprovante de matrícula e/ou freqüência – será exigido na compra do ingresso e na entrada da Casa. Está limitada a 30% dos ingressos disponíveis, não se aplicando às áreas Vip e Camarotes.

Outras informações – Telefone: 3461 4000 e http://www.musichallbh.com.br

Assessoria de Imprensa BH
CL Assessoria em Comunicação – 3274 8907

 

Marcello Dinis apresenta novo show “Sem Começo nem Final” no Teatro Alterosa

18/11/2009 às 19:56 | Publicado em Música | Deixe um comentário
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No dia 26 de novembro (quinta-feira), às 21 horas, o cantor e compositor Marcello Dinis, estará no Teatro Alterosa (Av. Assis Chateaubriand, 233 – Fone: 3237 6611 – Floresta), para lançar seu mais recente CD “Sem Começo nem Final”. Este show faz parte da turnê “Expresso Teixeira de Cultura”, que o cantor divinopolitano, está fazendo por diversas cidades mineiras.

Marcello Dinis - Foto de Cristiano Quintino

Marcello Dinis 2 foto Cristiano Quintino

Acompanhado por um quarteto de bambas da música mineira, Marcílio Rosa (guitarra) Cássio Tiso (backing vocal) e dos irmãos Dinho Mourão (bateria) e Alexandre “Boi” Mourão (baixo), além da participação de Tunico Villani (berimbau, percussão), Marcello apresentará ao público as músicas que compõe seu mais recente CD, composto por canções gravadas ao longo de sua trajetória artística.

Marcello Dinis é um dos mais prestigiados cantores de Minas, seu trabalho é reconhecido pela originalidade, inspiração e criatividade. Com dezessete anos de carreira, tem cinco discos gravados: “Balaio de Gato” (1992), “Claro” (1998), “Central de Minas ao vivo” (2001), “Toca Minas” (2005) e “Sem Começo nem Final” (2009).

Marcello Dinis
Dinis é natural de Divinópolis. Cantor, compositor e produtor da mais fina e autêntica música popular do Brasil, cursou violão clássico e musicalização na Fundação de Educação Artística em Belo Horizonte; foi integrante do Coral Newton Paiva como barítono apresentando-se em concertos, peças teatrais, óperas, coro de orquestra e festivais internacionais pelo Brasil. Fez parte do coro que acompanhou Roberto Carlos no Ginásio do Mineirinho em Belo Horizonte (MG), por três anos consecutivos.

Marcello Dinis começou sua carreira na capital mineira. Nos anos 1990, participou do Projeto Caldos e Canjas, projeto onde se apresentava com sua banda formada com Paulinho Carvalho (baixo), Mário Castello (bateria) e Marcelo Lima (teclados), com presença e participação de Paulinho Santos (Uakti), Robertinho Silva, Toninho Horta, Esdras Neném, Cláudio Venturini, Telo Borges, e outros grandes nomes da música brasileira.

Premiado em diversos festivais pelo interior de Minas, têm na agenda shows realizados nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Maceió (AL), Recife (PE), Vitória da Conquista (BA), além de ter percorrido mais de 400 cidades de Minas nas mais diversas regiões.

Gravou seu primeiro disco, o “Lp” “Balaio de Gato” em 1992, parceria com Alexandre Az e Sérgio Misan. Uma das canções, Alô de Londres, foi incluída no CD “Bateia”, de 1995, produzido com o melhor da música feita em Minas à época.

Em 1998, junto de seus parceiros Júlio Costa Val e Cassio Tiso lançou o álbum “Claro”, com participações especiais de Túlio Mourão, Gê Lara, Lemão, Chico Amaral e Tambolelê. O projeto gráfico foi realizado pelo designer Otávio Bretas, com ilustrações do cartunista Aroeira.

Em 2001, no Teatro Sesiminas em Belo Horizonte, gravou ao vivo o CD “Central de Minas”, registrado também pela Rede Minas de Televisão e exibido no programa “Especial Rede Minas”.

No final de 2005, gravou em Belo Horizonte o CD “Toca Minas” com a função de registrar suas composições e de Tunico Villani. Álbum produzido de forma independente que contou com a participação de músicos reconhecidos nacional e internacionalmente, entre eles, Décio Ramos (Uakti), Paulinho Carvalho, Claudio Faria, Dinho Mourão, Eduardo Delgado, Tatá Spalla, Alexandre Lopes, Alexandre Az, Marcelo Lima, Julinho Barbosa, Bruno Pimenta e Grupo Zé da Guiomar, além de parcerias com Helmut Gondim, Altino Filho, Paulinho Motta, Soninha Silva e Celeste Brandão.

O CD “Sem começo nem Final” é o registro das 15 músicas selecionadas entre os quatro discos lançados, para representar 15 anos de carreira. E nele, está incluído um bônus interativo com clipe, entrevista e faixa exclusiva de show ao vivo.

Show: Marcello Dinis apresenta “Sem Começo nem Final”
Teatro Alterosa – Dia 26 Novembro – 21 horas
Ingressos: R$2,00
Outras informações: 3237 6611

Assessoria de Imprensa: CL Assessoria em Comunicação – (31) 3274 8907
www.marcellodinis.com.br

Elba Ramalho apresenta no Music Hall show acústico do novo CD “Balaio de Amor”

28/10/2009 às 18:09 | Publicado em Música | Deixe um comentário
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Comemorando 30 anos de carreira, a cantora Elba Ramalho vem a BH apresentar seu álbum festivo, lançado em maio deste ano, que reúne baiões e xotes de compositores pós-Luiz Gonzaga. O show será no Music Hall (Av. do Contorno, 3239 – Santa Efigênia), dia 30 de outubro, sexta-feira, e terá abertura do grupo de forró mineiro “Trio Clandestino”.

Elba Ramalho credito Renato Filho3

Foto de Renato Filho

Ao lançar em 1979, seu primeiro álbum “Ave de Prata”, Elba Ramalho ingressava pela porta da frente no cenário cultural brasileiro. O país estava diante de uma nova artista extremamente original e de performances incendiárias. Passadas três décadas, Elba alcançou muito mais que os horizontes do sertão. A intérprete de sucesso, com seis discos de platina e 13 de ouro acumulados, celebra sua trajetória com o disco “Balaio de Amor” (Biscoito Fino), uma ode ao Nordeste.

Elba define o CD como uma homenagem ao baião e ao xote que, assim como o samba, têm a essência na brasilidade. “São canções que sobreviverão porque fazem parte da tradição de um povo”, afirma. Além disso, acrescenta, são músicas românticas, relativamente simples, mas de uma poesia muita rica. “É um deleite para os ouvintes mais atentos. Um disco de amor, cheio de recados para quem gosta de dançar e que mostra uma alegria essencialmente nordestina. Tem muita sensibilidade”, define.

Em “Balaio de Amor”, Elba retoma uma das principais características de sua carreira: a aposta em talentosos compositores, principalmente da Paraíba e de Pernambuco. Foi a intérprete quem primeiro gravou uma canção de Lenine e ajudou a projetar Geraldo Azevedo, Belchior, Chico César, Lula Queiroga e outros. Produzido pelo compositor e músico Cezinha, o CD reúne uma canções, com belas melodias e letras poéticas, compostas por artistas que dificilmente rompem a barreira geográfica nordestina.

Elba Ramalho credito Renato Filho5

Foto de Renato Filho

A cantora optou por selecionar músicas que soassem praticamente inéditas nas demais regiões do país. “Algumas delas são conhecidas pelos nordestinos e o povo acompanha as letras. Sempre fiz bem este trânsito do Nordeste com os outros cantos brasileiros, em meio a essa geografia imensa”.

De compositores já consagrados no eixo Centro-Sul do país, apenas duas faixas de Dominguinhos e uma de Nando Cordel. Do sanfoneiro, com quem já dividiu um álbum, registrou “Riso Cristalino”, parceria com Climério Ferreira, e “Ilusão Nada Demais”, com Fausto Nilo, que conta com o sax soprano de Leo Gandelman.

Parceiro de Dominguinhos em dois supersucessos de Elba Ramalho; “Gostoso Demais” e “De Volta pro meu Aconchego”, Nando Cordel contribui com “É só Você Querer”, gravada em duo com Cezinha, que já inclui a trilha sonora da novela Caras e Bocas, da Rede Globo. Com introdução lenta e dedilhada ao violão, a melódica composição conta com belo arranjo de cordas e samplers de cordas.

Elba Ramalho credito Renato Filho4

Foto de Renato Filho

Os demais compositores que fecham as 14 faixas do CD são em grande parte responsáveis pela renovação do forró – hoje já tão diversificado em subgêneros, como o pé-de-serra, o de latada e o universitário mas sempre calcado no tripé: sanfona, triângulo e zabumba. A base sonora clássica, comandada por Cezinha, é reforçada pela banda formada basicamente por guitarra/violão (Marcos Arcanjo), bateria (Tostão Queiroga), percussão (Anjo Caldas), pad (Zé Américo) e contrabaixo/baixo acústico (Fofão).

As participações do maestro Spok no sax alto, que comanda a orquestra pernambucana que leva seu nome, assim como Nilsinho, da Trombonada e outros dois músicos no trompete e sax tenor são os responsáveis pelos naipes de metais injetados em “Não Lhe Solto Mais” (Antonio Barros/Ceceu), “Se Tu Quiser” (Xico Bezerra) e “Bebedouro”.

“Fuxico”, do compositor do sertão do Araripe, Flávio Leandro, já com oito CDs gravados, abre o disco como legítima representante do legado de Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro. Em “Um Baião Chamado Saudade”, da dupla pernambucana Petrônio Amorim e Rogério Rangel, a sanfona chorada abriga os versos que falam de amor. A canção “Recado”, por sua vez, de Cezinha e Fábio Simões, é considerada pela cantora como uma das mais bonitas do disco. O título do álbum foi pincelado da faixa “Oferendar” (Xico Bezerra) que lança o verso inspirador: “cantando um balaio de amor pra dar”.

No balaio de Elba, os forrós ganham as nuances da intérprete singular que nunca abandonou a veia de atriz, a mesma que no passado abriu o caminho para a cantora. É no canto que Elba transparece a experiência de quem já percorreu os mais diversos palcos e amadureceu a voz. “Há 30 anos, quando lancei ‘Ave de Prata’ a intérprete vibrante e de timbre marcante já estava lá, mas aprendi a explorar outras regiões vocais; o grave e o médio. A ansiedade da iniciante, que arriscava tudo, deu lugar para uma artista mais serena e dona da arte do seu ofício”, avalia, com satisfação.

Music Hall – Sexta-feira – Dia 30 de outubro
Elba Ramalho

Abertura: Trio Clandestino
Abertura da casa – 22 horas.

Ingressos: (VALORES SUJEITOS A ALTERAÇÕES SEM AVISO PRÉVIO, CONFORME OS LOTES SE ESGOTEM)

Pista
1º lote – R$ 40,00 (inteira) / R$ 20,00 (meia)
2º lote – R$ 60,00 (inteira) / R$ 30,00 (meia)

Mesa*
1º lote – R$ 50,00 (inteira)
2º lote – R$ 60,00 (inteira)
3º lote – R$ 70,00 (inteira)
4º lote – R$ 80,00 (inteira)

* Valor Individual. Não há meia entrada para este setor.

Classificação Etária: 18 anos.

Venda de Ingressos: Bilheteria do Music Hall, de segunda a sábado, das 12 às 20 horas (Avenida do Contorno, 3239 – Santa Efigênia); loja 5ª Avenida (27C no 3º piso), Leitura Megastore BH Shopping, pelo site http://www.ingressorapido.com.br e telefone 4003-1212.

Meia-entrada: De acordo com Recomendação do Ministério Público, a meia-entrada é válida para estudantes mediante a apresentação da carteira de estudante válida, acompanhada de comprovante de matrícula e/ou freqüência – será exigido na compra do ingresso e na entrada da Casa. Está limitada a 30% dos ingressos disponíveis, não se aplicando às áreas Vip e Camarotes.

Outras informações – Telefone: 3461 4000 e http://www.musichallbh.com.br
Assessoria de Imprensa BH – CL Assessoria em Comunicação – 3274 8907

Roberta Sá apresenta novo show, “Pra se ter alegria”, no Music Hall

14/10/2009 às 21:19 | Publicado em Música | Deixe um comentário
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Roberta Sá - Foto de Flávio Colker

Roberta Sá - Foto de Flávio Colker

A cantora Roberta Sá, destaque no novo cenário da Música Popular Brasileira, volta ao Music Hall (Av. do Contorno, 3239 – Santa Efigênia), dia 24 de outubro agora para apresentar seu primeiro trabalho gravado ao vivo: “Pra se ter alegria”. O CD e DVD foi lançado no país no final de agosto e é resultado do show produzido em abril, no Vivo Rio. O trabalho reúne músicas dos discos “Braseiro” (2005) e “Que Belo Estranho Dia pra se ter Alegria” (2007).

Roberta Sá - Foto de Flávio Colker

Roberta Sá - Foto de Flávio Colker

No repertório, estão sucessos como “Alô Fevereiro”, “Interessa?”, “Janeiros”, “Mais Alguém” e “Eu sambo mesmo”, além de “Agora Sim”, parceria da cantora com Carlos Rennó e Pedro Luis. Roberta estará acompanhada pelos músicos Antonia Adnet (violão 7 cordas, vocais e percussão), Élcio Cafaro (bateria e percussão), Jovi Joviniano (percussão), Ronaldo Diamante (baixos acústico e elétrico e percussão), Rodrigo Campello (programações, violão 7 cordas, guitarra, cavaco e teclado). Tanto nos shows, como no DVD, a direção geral está a cargo do cantor e compositor Pedro Luís e da jornalista Bianca Ramoneda. O cenário é de Gringo Cardia e o figurino é de Isabela Capeto.

Roberta Sá
Roberta Sá nasceu em 19 de dezembro de 1980, em Natal, Rio Grande do Norte. Aos nove anos, mudou-se para o Rio de Janeiro. Os dois endereços da cantora influenciaram sua orientação musical: o forró e o baião nordestino de um lado e o samba e a bossa nova de outro.

“Braseiro”, primeiro CD de Roberta Sá, lançado em 2004, foi um cartão de visita, uma declaração de intenções de uma cantora para a música brasileira. Já o segundo álbum, “Que belo estranho dia pra se ter alegria”, produzido por Rodrigo Campello, foi o mergulho da cantora, cada vez mais amadurecida, no agitado mar de seus contemporâneos, quer nos temas, quer nas formas, quer nos parceiros.

Roberta Sá - Foto de Flávio Colker

Roberta Sá - Foto de Flávio Colker

No diálogo com a tradição da música brasileira, Roberta recupera antigos sambas e exerce uma de suas especialidades como cantora: emprestar sua juventude a velhos sambas buliçosos, como aquele que a tornou conhecida, “A vizinha do lado”, de Dorival Caymmi (canção que integrou a trilha sonora da novela “Celebridade, em 2003). Nos discos e nos shows há o frescor da voz de Roberta Sá e a busca não da modernidade pela modernidade ou da tradição pela tradição, mas do belo, da forma melhor de dizer aquelas melodias e palavras, das invenções e surpresas em cada canção.

Relação das músicas do DVD “Pra se ter alegria” (2009)
1. O Pedido (Junio Barreto e Jam da Silva)
2. Alô Fevereiro (Sidney Miller)
3. Eu Sambo Mesmo (Janet de Almeida)
4. Interessa? (Carvalhinho)
5. A Vizinha do Lado (Dorival Caymmi)
6. Cicatrizes (Miltinho e Paulo César Pinheiro)
7. Casa Pré-Fabricada (Marcelo Camelo)
8. Janeiros (Pedro Luís e Roberta Sá)
9. Mais Alguém (Moreno Veloso e Quito Ribeiro)
10. Belo Estranho Dia de Amanhã (Lula Queiroga)
11. Samba de um Minuto (Rodrigo Maranhão)
12. Agora Sim (Roberta Sá, Pedro Luís e Carlos Rennó)
13. Samba do Amor e Ódio (Pedro Luís e Carlos Rennó)
14. Pelas Tabelas (Chico Buarque)
15. Fogo e Gasolina (Pedro Luís e Carlos Rennó)
16. Ah, Se Eu Vou (Lula Queiroga)
17. Girando na Renda (Pedro Luís, Sérgio Paes e Flávio Guimarães). Participação Especial: Pedro Luís
18. Laranjeira (Roque Ferreira)
19. Novo Amor (Edu Krieger). Participação Especial: Hamilton de Holanda
20. No Braseiro (Pedro Luís)
21. Samba do Balanço (Luis Machado). Participação Especial: Marcelo D2

Relação das músicas do CD “Pra se ter alegria” (2009)
1. O Pedido (Junio Barreto e Jam da Silva)
2. Alô Fevereiro (Sidney Miller)
3. Interessa? (Carvalhinho)
4. Mais Alguém (Moreno Veloso e Quito Ribeiro)
5. Samba de um Minuto (Rodrigo Maranhão)
6. Agora Sim (Roberta Sá, Pedro Luís e Carlos Rennó)
7. Samba do Amor e Ódio (Pedro Luís e Carlos Rennó)
8. Pelas Tabelas (Chico Buarque)
9. Ah, Se Eu Vou (Lula Queiroga)
10. Girando na Renda (Pedro Luís, Sérgio Paes e Flávio Guimarães). Participação Especial: Pedro Luís
11. Laranjeira (Roque Ferreira)
12. Novo Amor (Edu Krieger). Participação Especial: Hamilton de Holanda
13. Samba do Balanço (Luis Machado). Participação Especial: Marcelo D2
14. No Braseiro (Pedro Luís)

“Encontros” (disponíveis para download no CD e em vídeo no DVD):
1. Mambembe (Chico Buarque). Participação Especial: Chico Buarque e Marcello Gonçalves
2. Peito Vazio (Cartola / Elton Medeiros). Participação Especial: Ney Matogrosso e Trio 3. Madeira Brasil
3. Eu Já Não Sei (Domingos Gonçalves / Carlos Gonçalves). Participação Especial: António Zambujo, Yamandú Costa e Ricardo Cruz
4. Modinha (Tom Jobim / Vinícius de Moraes). Participação Especial: Yamandú Costa.

Music Hall – Sábado – Dia 24 de outubro
Roberta Sá

Original do Brasil – A Festa
Encerramento: Zumberê e DJ Dread

Abertura da casa – 22 horas.

Ingressos: (VALORES SUJEITOS A ALTERAÇÕES SEM AVISO PRÉVIO, CONFORME OS LOTES SE ESGOTEM)

Pista
1º lote – R$ 40,00 (inteira) / R$ 20,00 (meia) – ESGOTADO
2º lote – R$ 50,00 (inteira) / R$ 25,00 (meia)
3º lote – R$ 60,00 (inteira) / R$ 30,00 (meia)
4º lote – R$ 70,00 (inteira) / R$ 35,00 (meia)

Camarote
1º lote – R$ 60,00 (inteira) / R$ 30,00 (meia)
2º lote – R$ 70,00 (inteira) / R$ 35,00 (meia)
3º lote – R$ 80,00 (inteira) / R$ 40,00 (meia)
4º lote – R$ 90,00 (inteira) / R$ 45,00 (meia)

Mesa 1º Piso*
1º lote – R$ 70,00
2º lote – R$ 80,00
3º lote – R$ 90,00
4º lote – R$ 100,00

* Valor Individual. Não há meia -entrada para este setor.

Classificação Etária: 18 anos.

Venda de Ingressos: Bilheteria do Music Hall, de segunda a sábado, das 12 às 20 horas (Avenida do Contorno, 3239 – Santa Efigênia); loja 5ª Avenida (27C no 3º piso), Leitura Megastore BH Shopping, pelo site http://www.ingressorapido.com.br e telefone 4003-1212.

Meia-entrada: De acordo com Recomendação do Ministério Público, a meia-entrada é válida para estudantes mediante a apresentação da carteira de estudante válida, acompanhada de comprovante de matrícula e/ou freqüência – será exigido na compra do ingresso e na entrada da Casa. Está limitada a 30% dos ingressos disponíveis, não se aplicando às áreas Vip e Camarotes.

Outras informações – Telefone: 3461 4000 e http://www.musichallbh.com.br
Assessoria de Imprensa BH – CL Assessoria em Comunicação – 3274 8907

Living Colour faz show dia 18 de outubro no Music Hall

14/10/2009 às 18:50 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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Grupo de Hard Rock passa por Belo Horizonte com nova turnê brasileira

LivingColour - Foto de Bill Bernstein

LivingColour - Foto de Bill Bernstein

A banda norte americana de hard rock, Living Colour, sobe ao palco do Music Hall (Av. do Contorno, 3239 – Santa Efigênia), no dia 18 de outubro (domingo), para apresentar o novo show baseado na turnê The Chair In The Doorway. Canções como Burned Bridges, The Chair e Young Man, presentes no novo álbum, prometem animar o público. Além disso, Vernon Reid (guitarras); Corey Glover (vocais); William Calhoun (bateria) e Doug Wimbish (contrabaixo) também devem tocar alguns hits que marcaram o grupo nestes 25 anos de carreira, como Cult of Personality e Open Letter.

O Living Colour tem uma trajetória marcada mais pela preocupação com a qualidade e coerência artística do que com modismos comerciais. Mistura musical e racial, fusões ricas de ritmos e sons, que acabaram se transformando em sucesso de público e crítica.

O grupo veio pela primeira vez ao Brasil em 1992, para a terceira edição do Hollywood Rock. Apesar de não ser tratado pela organização do evento como a maior atração, roubou a cena com seu som contagiante e uma fez apresentação vibrante e barulhenta. O quarteto voltou mais algumas vezes ao país, como em 2004 e 2007.

Agora, a banda apresenta a turnê do novo e aguardado álbum de estúdio, The Chair In The Doorway, gravado após hiato de cinco anos. O lançamento mundial foi nos Estados Unidos, dia 15 de setembro, e em seguida seguem as apresentações no Brasil. Além de Belo Horizonte, já estão confirmados shows em São Paulo (dia 15 de outubro) e Rio de Janeiro (16 de outubro).

LIVING COLOUR
A banda surgiu na cena hard rock mundial em 1984. A formação original trazia Vernon Reid, guitarrista inglês radicado nos Estados Unidos, o baterista William Calhoun, o baixista Muzz Skillings e o vocalista Corey Glover.

Desde o início, o Living Colour veio para marcar presença no rock, seja com uma completa fusão de ritmos, seja revirando conceitos e pré-conceitos que dominavam o meio musical em uma época que bandas integradas somente por negros não tinham muito espaço e ficavam restritas ao cenário hip-hop. Mas de nada teria adiantado o discurso anti-segregação racial se não houvesse também uma boa fundamentação musical, o que ocorria no LC. Seus integrantes, músicos advindos do jazz, passeavam também por elementos do rock, funk, punk, rap, heavy metal e, com facilidade, ganharam fama nos principais clubes de Nova York.

Living Colour - Foto de Bill Bernstein

Living Colour - Foto de Bill Bernstein

A sorte também foi fundamental para a banda, que ganhou destaque após o músico Mick Jagger assistir apresentação em um dos clubes. O popstar, então, decidiu produzir a demo da banda, que logo chegou a Gravadora Epic. Mr. Jagger também participaria do álbum de estréia: Vivid (1988). Na turnê, o LC ficou responsável por abrir os shows dos Rolling Stones e logo a música Cult of Personality virou hit absoluto, dando a banda o Grammy 89 de “melhor performance de hard rock”. Na seqüência, o grupo lançou seu segundo álbum: Time´s Up. Como no primeiro, muita inspiração e ecletismo estavam presentes e resultaram em mais um Grammy.

No entanto, as mudanças causadas por opiniões divergentes também fazem parte da história da banda e em 1992 o baixista Skillings resolveu abandonar o LC, sendo substituído por Doug Wimbish, um dos pioneiros do contrabaixo no hip-hop.

Em 1993, mais um lançamento fonográfico: Stain, visto com o trabalho mais “pesado” do Living Colour e também de repercussão mais discreta. Em 1994, sem muitas explicações e às portas da gravação do quarto álbum, Vernon Reid, líder fundador da banda, deixa os parceiros, encerrando o primeiro ciclo do Living Colour, já que sem ele os outros integrantes não quiseram continuar.

Foram seis anos de separação em que os músicos se dedicaram a outras bandas e a trabalhos individuais. Até que em 2000 se juntaram para apresentações no CBGB, clube de Nova York onde tudo havia começado. Grande parte dos créditos pelo ressurgimento da banda é atribuída aos próprios fãs, sobretudo aos brasileiros com os quais o baterista Calhoun teve muito contato devido a suas viagens sucessivas ao país. CollideOscope, álbum de 2003, refletiu a nova fase, com a soma de elementos eletrônicos à sonoridade da banda (apesar do resultado final não ter agradado muito aos músicos).

Agora, o grupo apresenta o álbum “The chair in the doorway” com as seguintes faixas: Burned Bridges, The Chair, DecaDance, Young Man, Method, Behind The Sun, Bless Those, Hard Times, Taught Me, Out Of Mind e Not Tomorrow.

PÁGINA DO LIVING COLOUR (MYSPACE):
http://www.myspace.com/livingcolourmusic

Music Hall – Sexta-feira – Dia 18 de outubro
Living Colour

Abertura da casa – 22 horas.

Ingressos: (VALORES SUJEITOS A ALTERAÇÕES SEM AVISO PRÉVIO, CONFORME OS LOTES SE ESGOTEM)

Pista
1º lote – R$ 70,00 (inteira) / R$ 35,00 (meia)
2º lote – R$ 80,00 (inteira) / R$ 40,00 (meia)
3º lote – R$ 90,00 (inteira) / R$ 45,00 (meia)
4º lote – R$ 100,00 (inteira) / R$ 50,00 (meia)

Camarote
1º lote – R$ 100,00 (inteira) / R$ 50,00 (meia)
2º lote – R$ 120,00 (inteira) / R$ 60,00 (meia)
3º lote – R$ 140,00 (inteira) / R$ 70,00 (meia)
4º lote – R$ 160,00 (inteira) / R$ 80,00 (meia)

Classificação Etária: 18 anos.

Venda de Ingressos: Bilheteria do Music Hall, de segunda a sábado, das 12 às 20 horas (Avenida do Contorno, 3239 – Santa Efigênia); loja 5ª Avenida (27C no 3º piso), Leitura Megastore BH Shopping, pelo site http://www.ingressorapido.com.br e telefone 4003-1212.

Meia-entrada: De acordo com Recomendação do Ministério Público, a meia-entrada é válida para estudantes mediante a apresentação da carteira de estudante válida, acompanhada de comprovante de matrícula e/ou freqüência – será exigido na compra do ingresso e na entrada da Casa. Está limitada a 30% dos ingressos disponíveis, não se aplicando às áreas Vip e Camarotes.

Outras informações – Telefone: 3461 4000 e http://www.musichallbh.com.br
Assessoria de Imprensa BH – CL Assessoria em Comunicação – 3274 8907


O Teatro Mágico apresenta “O 2° ATO” no Music Hall, em BH

14/10/2009 às 14:29 | Publicado em Música | 1 Comentário
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O Teatro Mágico - Foto de Vinicius Campos

O Teatro Mágico - Foto de Vinicius Campos

A trupe do “O Teatro Mágico” volta a Belo Horizonte para apresentar o álbum “Segundo Ato” no dia 17 de outubro, sábado, no Music Hall (Avenida do Contorno, 3239 – Santa Efigênia). Na web brasileira, o disco já bateu recorde absoluto em relação a downloads, com mais de um milhão de transferências.

O espetáculo “O Teatro Mágico: Segundo Ato” se propõe a entrar mais a fundo nos debates que cercam as desigualdades sociais e as questões que rondam a pós-modernidade. Procurando explorar a questão do livre compartilhamento das músicas na Internet e defendendo a bandeira da musica livre, o Teatro Mágico se apresenta com um perfil de questionamento e protesto.

O Teatro Mágico
O grupo foi criado por Fernando Anitelli, ator, músico e compositor. De forma independente, sem apoio de gravadora ou campanhas midiáticas, já alcançaram números que muitas bandas “consagradas” não conseguiram ainda. O “boca a boca” e a Internet foram fundamentais na divulgação do trabalho, cada vez mais conhecido e respeitado, que faz com que “O Teatro Mágico” venha se consolidando como uma das bandas mais importantes da cena independente do Brasil.

Inspiradas nas obras de Hermann Hesse, escritor alemão, as composições tratam dos personagens que as pessoas precisam assumir nas diversas situações do cotidiano. As canções são intercaladas pelo traçado tecnológico de ruídos telefônicos, sinais de rádio e mensagens de voz. Os integrantes da trupe se apresentam maquiados e vestidos de clown (palhaço), que trazem a idéia do “personagem interno” escondido em cada pessoa.

Fernando Anitelli e trupe já estão na estrada há cerca de cinco anos. Ao longo deste caminho, o título do primeiro álbum, “O Teatro Mágico: Entrada para Raros”, acabou se transformando em algo maior do que o próprio sobrenome do músico e compositor. Hoje, Anitelli apresenta a companhia artística “Teatro Mágico” e leva para o palco não só um conceito de arte, mas também o debate em favor da música livre e da “pirataria saudável”.

Em 18 de Junho de 2008, três anos depois do lançamento de seu primeiro álbum, “O Teatro Mágico” fez o lançamento de seu segundo álbum de estúdio, intitulado “O Teatro Mágico: Segundo Ato”.

As canções foram divulgadas previamente no site da Trama Virtual quebrando todos os recordes de downloads até então. Em menos de 48 horas, foram mais de 600 mil downloads. O primeiro cd da companhia artística, “Entrada para Raros”, já vendeu cerca de 130.000 cópias e o “Segundo Ato” já emplaca o número de 23.000 discos vendidos.

O “Segundo Ato”
As composições escolhidas para o “Segundo Ato” colocam em debate o homem e a sociedade na qual vive. Para Anitelli, “no primeiro espetáculo, a trupe estava imersa num universo fantasioso onde cores e magia nos trazia a sensação de que tudo é possível. Havia um ‘quê’ de encantamento”.

Paralelamente, Anitelli explica que nesta nova fase, é como se a trupe chegasse à cidade e se deparasse com as questões urbanas, como o cotidiano dos cidadãos de rua citados na canção “Cidadão de Papelão” ou a problemática da mecanização do trabalho, citada no “O Mérito e o Monstro”.  “Indo mais além, há um debate sutil e, por vias opostas, mordaz, sobre o amontoado de informações que absorvemos, sem perceber, assistindo aos programas de TV da atualidade. Esta idéia está retratada na música ‘Xaneu N 5’, gravada com participação do cantor Zeca Baleiro”, conta.

Teatro Mágico - Foto de Vinicius Campos

Teatro Mágico - Foto de Vinicius Campos

No palco, os artistas circenses complementam o discurso feito pelas canções do “Segundo Ato” com números novos, como a corda indiana (aparelho de circo cuja imagem já nos remete a movimentos mais “ariscos”, que desafiam a força e o equilíbrio do homem no ar). Além disso, algumas poesias inéditas serão declamadas pelo próprio Anitelli e alguns textos do livro “O Teatro Mágico em Palavras” serão encenados pelo elenco.

Numa abordagem poética e lírica, a música “Pena” revela o sentimento do artista diante da matemática da arte, da luta diária entre “vender” ou “se vender” perante o sistema capitalista. E, dentro de todo esse universo de interrogações e subversões, Anitelli vai tecendo várias linhas de raciocínio e convida seu público a mergulhar no cerne das questões que levanta em cada canção.

Ao final do espetáculo, a trupe defende a igualdade e a busca racional por soluções pertinentes aos problemas da sociedade pós-moderna. E prega que a fé existente dentro de cada ser humano é a engrenagem maior para a superação dos limites internos e externos. Assim, Anitelli entoa “Sonho de Uma Flauta”, como se dissesse a seu público: “Sigamos em frente, lutemos, que tudo é possível de se realizar”.

Music Hall – Sábado – 17 de Outubro de 2009
O Teatro Mágico – “O Segundo Ato”

Abertura da casa: 22 horas.
Show Teatro Mágico: a partir das 23h30.
Classificação Etária: 16 anos.

Ingressos

(VALORES SUJEITOS A ALTERAÇÃO SEM AVISO PRÉVIO, CONFORME DISPONIBILIDADE DOS LOTES):

Pista
1º Lote R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada)* – ESGOTADO
2º Lote R$50,00 (inteira) / R$25,00 (meia-entrada)* – ESGOTADO
3º Lote
R$60,00 (inteira) /
R$30,00 (meia-entrada)* – ESGOTADO

Pista / Valores promocionais condicionados a entrega de 1Kg de alimento não perecível na portaria do evento (exceto sal e fubá)
1º Lote R$30,00 – ESGOTADO
2º Lote R$35,00 – ESGOTADO
3º Lote R$40,00

Camarote
1º lote R$ 40,00 (inteira)** – ESGOTADO
2º lote R$ 50,00 (inteira)**

*Salientamos que para os estudantes é necessário a apresentação da carteirinha no momento da entrada para o espetáculo; idosos e professores da rede pública também podem comprar ingressos tipo “meia”, com a obrigatoriedade da apresentação de documentação comprobatória na entrada das apresentações. Crianças até 5 anos NÃO pagam e acima de 6 anos pagam MEIA entrada.

** Não haverá meia-entrada no camarote.

Venda de Ingressos:
Bilheteria do Music Hall, de segunda a sábado, das 12 às 20 horas, Loja 5ª Avenida (27C no 3º piso), Leitura Mega Store BH Shopping, pelo site http://www.ingressorapido.com.br e telefone 4003-1212,

Sorvetes Salada (apenas camarote):
Av. Professor Mário Werneck, 1331. Bairro: Buritis – Belo Horizonte/MG
Av. Contorno, 6326, Loja 06/07. Bairro: Funcionários – Belo Horizonte/MG
Av. Presidente Carlos Luz, 3001. Bairro: Caiçara – Belo Horizonte/MG
Av. André Cavalcanti, 602. Bairro: Gutierrez – Belo Horizonte/MG
http://www.sorvetesalada.com.br

Outras informações – Telefone: 3461 4000 e http://www.musichallbh.com.br

ELZA SOARES & FAROFA CARIOCA APRESENTAM O SHOW “COMPULSIVOS E A PERIGOSA”, NO MUSIC HALL, EM BH

02/10/2009 às 14:32 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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A grande diva da MPB, Elza Soares, sobe ao palco do Music Hall, em Belo Horizonte, no dia 2 de outubro (sexta-feira), ao lado de uma das mais empolgantes bandas cariocas surgidas nos anos 90: Farofa Carioca.

Na abertura da noite, a banda O Vento e os DJs do projeto SamBaCana Groove botam todo mundo pra sacolejar na pista, nesta 1ª. Calourada Unificada da UEE, a União Estadual dos Estudantes. O evento integra o projeto Skol Música nas Universidades, que já passou por várias cidades de Minas Gerais, levando os cantores Nando Reis e Lilian Nunes.

Elza Soares & Farofa Carioca - Foto de Felipe Aragão

Elza Soares & Farofa Carioca - Foto de Felipe Aragão

A carreira de Elza Soares sempre foi pontuada pelo desejo de inovação constante, destacando-a como intérprete refinada e de técnica imbatível. “Eu estava fazendo um show em São Paulo há alguns anos quando fui abordada. Havia um comunicado de que alguns integrantes de uma banda chamada Farofa Carioca estavam com vontade de me conhecer. A partir daí, começamos a nos falar esporadicamente. Passei a conhecer o som deles, que é muito fiel à ‘carioquice’. Eles são uma esperança de renovação para toda uma geração que está surgindo. Uma mistura espetacular de sons. Fiquei super satisfeita com o convite para fazer a Europa com a galera. Lá eu percebi o quanto temos afinidades sonoras”, conta a cantora.

Farofa Carioca
O Farofa acaba de completar 11 anos de formação e atualmente conta com Mário Broder no vocal, Sérgio Granha (baixo), Sandro Márcio (tantan), Valmir Ribeiro (cavaquinho), Welligton Coelho (percussão), Carlos Moura (trombone), além de ter sempre artistas convidados, como Caesar Barbosa (guitarra), Isaías Benedito (trompete), Aldo Rodrigues (bateria) e Ricardo Muralha (VJ).

Farofa Carioca - Foto de José Acefedo

Farofa Carioca - Foto de José Acefedo

Para este show, o Farofa preparou juntamente com a cantora um repertório com canções do último CD da banda, intitulado “Tubo de ensaio”. Também vão ser interpretados sucessos da carreira de Elza Soares e outras canções como “Pare e pense”, tema inédito do grupo, “Minissaia”, “W/Brasil”, “Mas Que Nada”, “A Carne”, “Alô, Alô” e “Vou Apertar, Mas Não Vou Acender Agora”.

“O que este show tem de bacana é a honra de trabalhar com uma pessoa tão importante para a MPB, pois a vivência da Elza nos ajuda a trilhar e conceituar nossa música. A Elza é extremamente moderna e transgressora. Artistas assim nos tiram do lugar comum e nos levam a nos lançar nas diferenças e nas diversidades”, diz Sérgio.

“O mais especial deste projeto para mim é poder dividir o palco com essa entidade, que é a Elza Soares. Quando estamos juntos no palco, ela está sempre apontando o caminho para seguirmos juntos na interpretação. Eu olho para ela e enxergo um espelho para o meu futuro. Nós gostamos de dizer a mesma coisa. O Farofa com a Elza carrega uma preocupação, um bem estar e um desejo que tudo melhore para o nosso
semelhante, por isso o nosso repertório é bem reflexivo e contestador”, completa o baixista.

“Nós do Farofa somos compulsivos por música, pelo desejo de inovação e pelo ser humano. Já Elza é perigosa, pela garra com a qual ela sobreviveu todos esses anos, sustentando uma belíssima carreira, além da vitalidade e brasilidade. Sempre contemporânea! Aguardem! Juntos faremos muito sons para vocês!”, diz Mário.

O Vento
A história da banda começa em 2001. Com Richardson nos vocais e guitarra, André Melo na bateria, Mario Gonzaga no contrabaixo e Othon de Saboia nos teclados, as primeiras apresentações ocorreram principalmente na UFMG.

Desde então, a banda já gravou dois álbuns e se apresentou em diversas casas de show de Belo Horizonte e do interior de Minas Gerais. O grupo tem em seu repertório clássicos da MPB e do rock’n’roll. Neste show, serão apresentadas músicas de artistas como Jorge Ben Jor, Vinicius de Moraes e Tom Jobim, Zé Ramalho, Tim Maia e Titãs, além de Bob Dylan, BoB Marley e Beatles.

Music Hall – Sexta-feira – Dia 02 de outubro
Elza Soares & Farofa Carioca
Abertura: O Vento + Djs SamBaCana Groove
Abertura da casa: 22 horas.

Ingressos: (VALORES SUJEITOS A ALTERAÇÕES SEM AVISO PRÉVIO)

Pista
1º lote – R$ 30,00 (inteira) / R$15,00 (meia)
2º lote –R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia)
3º lote -R$50,00 (inteira) / R$ 25,00 (meia)
4º lote -R$60,00 (inteira) / R$ 30,00 (meia)

Camarote
1º lote – R$ 50,00 (inteira) / R$25,00 (meia)
2° lote – R$60,00 (inteira) / R$30,00 (meia)
3° lote – R$70,00 (inteira) / R$35,00 (meia)
4° lote – R$80,00 (inteira) / R$40,00 (meia)

Classificação Etária: 18 anos.

Venda de Ingressos: Bilheteria do Music Hall, de segunda a sábado, das 12 às 20 horas (Avenida do Contorno, 3239 – Santa Efigênia); loja 5ª Avenida (27C no 3º piso), Leitura Megastore BH Shopping, pelo site http://www.ingressorapido.com.br e telefone 4003-1212. (Consultar taxa de conveniência).

Meia-entrada: De acordo com Recomendação do Ministério Público, a meia-entrada é válida para estudantes mediante a apresentação da carteira de estudante válida, acompanhada de comprovante de matrícula e/ou freqüência – será exigido na compra do ingresso e na entrada da Casa. Está limitada a 30% dos ingressos disponíveis, não se aplicando às áreas Vip e Camarotes.

Outras informações – Telefone: 3461-4000 e http://www.musichallbh.com.br

Convite – Música Preta pra Balançar

29/09/2009 às 18:07 | Publicado em Música | Deixe um comentário
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Quer ir ao show de graça? Deixei seu nome completo nos comentários!

Leo Richard, Milena Torres, Brother Soul, Dona Jandira e Erika Machado fazem shows gratuitos no Teatro Marília

28/09/2009 às 14:48 | Publicado em Música | Deixe um comentário
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Integrando o projeto Música Preta pra Balançar, os shows serão realizados nesta terça e quarta-feira

Depois de shows no bairro Padre Eustáquio e no Centro Cultural Lagoa do Nado, o projeto Musica Preta pra Balançar (MPB) terá duas apresentações no Teatro Marília (Av. Alfredo Balena, 586 – Funcionários), nos dias 29 e 30 de setembro (terça e quarta-feira), a partir das 20h. No primeiro show, Leo Richard traz como convidados a cantora Milena Torres e o grupo de Dança Brother Soul. Já no segundo, ele se apresenta com Erika Machado e Dona Jandira. No repertório, canções inéditas e releituras de compositores como: Sérgio Pererê, Pedro Morais, Mestre Jonas, Makely Ka, Renegado, Renato Negrão, Nilo Pinheiro, entre outros.

Leo Richard - Foto de Jair Campos

Leo Richard - Foto de Jair Campos

Milena Torres
Compositora, poeta, letrista e cantora. Possui cerca de 100 composições registradas entre letras de música e poesia. Estréia na poesia musicada participando de sarau em homenagem aos 10 anos de morte de Paulo Leminski, a convite do poeta e cantor Makely Ka e da poeta Alice Ruiz, em 1998. Como cantora inicia a sua experiência cantando em bares a partir dos 17anos de idade dividindo o palco com diferentes formações musicais. Em 2003 coloca em prática o projeto Árvore Musical Macumba.

Brother Soul
Brother Soul é um grupo de black music, formado por quatro dançarinos: Zé Adão(41), Adenauer(45) e os fundadores Mestre Tito(50) e Conrad(40). O grupo existe desde 1983 e todos os integrantes são moradores do Conjunto Jatobá I, conhecido como Vila Santa Rita, na região do Barreiro.

O fascínio pela música difundida por James Brown, além de ter gerado o surgimento da própria equipe, promove a participação dos dançarinos em vários eventos dentro e fora da cidade. O Brother Soul já dançou em São Paulo e no Rio de Janeiro e realizou apresentações em festas de Reveillon em hotéis de luxo.

Dona Jandira
Nascida em Maceió, Alagoas, no ano de 1938, Dona Jandira iniciou seus estudos musicais ainda criança, com a mãe, que era professora de música. Mais tarde, estudou Pedagogia e começou a dar aulas e trabalhar com artesanato. Foi quando surgiu o convite para residir em Minas. Enquanto era professora aposentada da cidade mineira de Ouro Branco, Dona Jandira teve seu talento descoberto no momento em que se apresentava diante da banca da Ordem dos Músicos do Brasil, para obter a carteira profissional de musicista.

Érika Machado
Considerada uma das mais jovens e talentosas compositoras da nova geração brasileira, Érika Machado gravou em 2005 seu disco de estréia, intitulado No Cimento. O álbum foi um dos mais comentados e elogiados dos últimos tempos pela imprensa especializada, que a considera, além de uma criativa e delicada compositora, uma bela intérprete de sua obra. Este álbum lhe rendeu o prêmio de Artista Revelação, concedido pela Associação Paulista dos Críticos de Arte em 2006. O gênero musical da cantora passa pela MPB, Rock e Bossa Nova.

Leo Richard

Leo Richard - Foto de Jair Campos

Leo Richard - Foto de Jair Campos

O alicerce musical de Leo Richard se concentra na música negra, segmento artístico que encontrou em Belo Horizonte locais que valorizam a singularidade e diversidade da arte mineira, possibilitando aos artistas a experimentação de novas formas musicais. Com uma presença magnética e um carisma ímpar, ele embala o público com músicas inéditas misturadas com canções consagradas.

Formado em Artes Cênicas pela UFMG, atua em múltiplas artes: teatro, dança, educação e produção cultural. No entanto, tem se destacado no universo musical.  Em suas apresentações, o artista aprimora seu canto na busca de mostrar uma mescla de tendências rítmicas que variam do soul, passando pela música afro-cubana, afro-brasileira, sem deixar de mencionar os batuques dos jongos, do coco, do maracatu e a moderna música brasileira. O ponto em comum entre esses estilos é o sangue negro que corre cheio de groove e suingue, buscando valorizar a singularidade e diversidade da arte musical.

Música Preta pra Balançar
O projeto MPB atende a uma demanda atual da educação que torna obrigatório o ensino da história e cultura do negro. A iniciativa foi criada em 2007 e contempla a interdisciplinaridade das manifestações artísticas, levando para o palco música, teatro, dança e artes visuais em um espetáculo dançante e cheio de energia.

Atualmente financiado pela Lei Municipal de Incentivo à cultura, o projeto tem direção artística e musical de Sérgio Pererê e preparação vocal de Anthonio.

Projeto Música Preta pra Balançar – Shows no Teatro Marília
Local: Teatro Marília (Av. Alfredo Balena, 586 – Funcionários)
Datas: 29 e 30 de setembro (terça e quarta-feira), a partir das 20h
Participações especiais: Erika Machado, Dona Jandira, Brother Soul e Milena Torres
Entrada franca (Ingressos devem ser retirados com uma hora de antecedência na bilheteria do teatro)

Assessoria de Imprensa: CL Assessoria em Comunicação
Marcos dos Anjos e Christina Lima
(31)3274-8907 ou (31)9775-8907


ADIAMENTO DE SHOW DO PROJETO MÚSICA PRETA PRA BALANÇAR – NOTA DE ESCLARECIMENTO

24/09/2009 às 15:07 | Publicado em Música | Deixe um comentário
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Informamos que o show de Leo Richard, Milena Torres e Brother Soul, que seria realizado neste sábado, 26/09, no Centro Cultural do bairro Lindéia, foi adiado. A nova data da apresentação será 29/09, no Teatro Marília. No dia 30/09, no mesmo local, Leo, o idealizador do projeto Música Preta pra Balançar, toca ao lado das cantoras Erika Machado e Dona Jandira.

Para mais informações, favor entrar em contato conosco.

CL Assessoria em Comunicação
(31) 3274 8907

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