Celso Moreira faz show do CD “Autoral” em Sabará

11/01/2010 às 13:53 | Publicado em Música | Deixe um comentário
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Apresentação gratuita do músico mineiro acontece no Teatro Municipal

O violonista, compositor e arranjador mineiro Celso Moreira apresenta seu primeiro CD “Autoral” no Teatro Municipal de Sabará (Rua Dom Pedro II, s/n – Centro – 031 – 3671-1522), no sábado, dia 16 de janeiro. O show é gratuito e acontece a partir das 21 horas. Os ingressos devem ser retirados uma hora antes da apresentação.

Acompanhado por Milton Ramos (contrabaixo acústico), André “Limão” Queiroz (bateria) e Christiano Caldas (teclados), Celso se alterna entre o violão e a guitarra para desfilar com elegância e personalidade entre a MPB e o Jazz, tocando choros, sambas e baladas, que vem compondo ao longo de quase duas décadas.

Além das canções próprias interpretadas por Celso e trio, como “Helena”, “Lira do Bem Querer”, “O Mundo das Artes”, entre outras, o repertório do show contará com músicas de Agostinho Barrios, Baden Powell, Edu Lobo e Tom Jobim. O grupo sabarense Fofoca Erudita, formado pelas irmãs Juliana Buli e Mariana Lima, fará a abertura, a partir das 20 horas.

A apresentação faz parte do projeto “Turnê Minas de divulgação do CD Celso Moreira Autoral”, que também promoverá shows em Nova Lima (Teatro Municipal, dia 27 de fevereiro) e Belo Horizonte (Teatro da Biblioteca, dia 11 de março). O projeto é realizado através de recursos da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, edital 2008, e do incentivo da Rede Verde Mar de Supermercados.

A produção do projeto e do show é do também compositor e cantor Saulo Sabino.

Celso Moreira
Celso Moreira nasceu em Guanhães e descende de uma família que sempre cultivou o gosto pela música, a exemplo de seu pai, Rivadávia Moreira e do irmão, o guitarrista e compositor Juarez Moreira.

Em 1968, mudou-se para Belo Horizonte, onde conheceu Toninho Horta, Nivaldo Ornelas, Wagner Tiso e Milton Mascimento. Desde então, desenvolveu uma bem sucedida carreira de músico, enquanto elaborava parcerias musicais com nomes importantes da MPB, como Fernando Brant e Murilo Antunes.

No ano de 2007, gravou e lançou “Celso Moreira Autoral”, seu primeiro álbum solo, contendo doze faixas de músicas próprias, acompanhado por grandes artistas mineiros, como André “Limão” Queiroz, Milton Ramos, Christiano Caldas, Kléber Alves e Ricardo Fiúza, com apoio da Lei Roaunet e patrocínio da CEMIG, do BDMG Cultural e da Seguradora Minas Brasil.

Celso Moreira é, essencialmente, autodidata, mas foi aluno de Nelson Farias e Sérgio Benevenutu, estudando harmonia e improvisação. Atualmente é professor de harmonia, guitarra e violão, contando com um elenco significativo de alunos, o que contribui para credenciá-lo a workshops e oficinas musicais.

Prêmios recebidos: Troféu “Faísca” 1992 como músico mais atuante do ano. Neste período, acompanhou Milton Nascimento em turnê pelo Brasil e pela Espanha com a ‘’Missa da América Negra’’. Em 2001, foi um dos quatro músicos que receberam o prêmio BDMG – Instrumental.

No ano de 2006, saiu novamente vencedor do prêmio BDMG – Instrumental, que teve como desdobramento dois shows no SESC Pompéia de São Paulo, um show em Belo Horizonte, no Teatro Sesiminas, um show no Teatro Municipal de Nova Lima, além da participação no Festival Internacional de Jazz (Tudo é Jazz) em Ouro Preto. Celso foi vencedor do Prêmio Marco Antonio Araújo BDMG Cultural como Melhor Disco Instrumental de 2007/2008.

Show de Abertura – Fofoca Erudita
Criado em 2005, em Sabará, o grupo Fofoca Erudita passou por mudanças na sua formação em 2006, quando saíram dois integrantes. Agora é composto pelas irmãs Juliana Buli e Mariana Lima. Filhas de pai luthier e mãe artesã, desde crianças, vivendo próximas da música e dos instrumentos do pai, já musicavam suas fantasias. Por isso, não é de espantar a qualidade musical das meninas, ponto chave na Fofoca.

Juliana Buli é formada em Artes Plásticas, figurinista, fotógrafa e integrante do coletivo de fotografia Menina dos Olhos. Mariana Lima é estudante de jornalismo, compositora do grupo e de trilhas sonoras para teatro, e ainda mantém o blog Na Divisa.

As canções ‘fofoqueiras’ têm como característica a intercessão de vários estilos populares: uma mistura de rock com samba, com bossa, com tango, entre outros. Buscam ser ousadas e divertidas, emocionando as pessoas. Por isso, o slogan do grupo – “Música sem frescura”. A descontração fica por conta também com o símbolo da Fofoca, uma galinha d’Angola.

No inicio de 2009, a Fofoca entrou em estúdio e gravou algumas canções no ‘modo artesanal’, que estão disponíveis no My Space da banda (myspace.com/fofocaerudita). Também há algumas músicas gravadas ao vivo no site http://www.fofocaerudita.blogspot.com.

Celso Moreira em Sabará – Show do CD “Autoral”

Sábado, dia 16 de janeiro
20 horas – Show de abertura do grupo Fofoca Erudita
21 horas – Show Celso Moreira “Autoral”
Local: Teatro Municipal de Sabará – Rua Dom Pedro II, s/n – Centro
Entrada gratuita – Ingressos devem ser retirados antecipadamente no local

Telefone: (031) 3671-1522

Cine Sesi Cultural leva cinema de graça à cidade mineira de Carlos Chagas

05/01/2010 às 12:31 | Publicado em Audio visual, Cinema | Deixe um comentário
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O Cine Sesi Cultural estará em Carlos Chagas neste final de semana

Visto por mais de 2,4 milhões de pessoas, o projeto CINE SESI CULTURAL, patrocinado pelo SESI, já visitou 336 municípios em nove estados

A cidade mineira de Carlos Chagas, situada no Vale do Mucuri, receberá nos dias 8, 9 e 10 de janeiro (sexta, sábado e domingo) o projeto CINE SESI CULTURAL, que traz apresentações gratuitas de seis filmes na Praça da Matriz, a partir das 19 horas.
– Sexta – Dia 8/01: “Vida Maria” e “Tapete Vermelho”
– Sábado – Dia 9/01: “Os Filmes Que Não Fiz” e “Pequenas Histórias”
– Domingo – Dia 10/01: “Até O Sol Raiar” e “A Era do Gelo 3”
Os filmes escolhidos para serem apresentados são brasileiros e premiados, com exceção de “Era do Gelo 3”, animação norte-americana (sucesso mundial) que foi dirigida pelo carioca Carlos Saldanha. Entre os títulos, destaque para o premiadíssimo “Os Filmes que não Fiz” e “Pequenas Histórias”, dirigidos pelos mineiros Gilberto Scarpa e Helvécio Ratton, respectivamente, e que serão exibidos em seqüência, no sábado.

Antes da projeção dos filmes principais, serão apresentados quatro pequenos curtas produzidos nas oficinas de stop-motion realizadas, nesta edição do projeto, nas cidades de Salinas e Turmalina e, na edição passada, em Coromandel e em Tupaciguara. Os filmes foram realizados por estudantes do Ensino Médio que têm no máximo 18 anos de idade, com orientação de professores universitários.


Cine Sesi Cultural

O projeto circula desde 2002 e leva cinema a lugares que não possuem salas de projeção em funcionamento, levantando a discussão sobre a democratização do acesso à cultura. Após percorrer várias cidades do interior de Pernambuco, Sergipe, Paraíba e Rio Grande do Norte, a oitava edição da iniciativa retornou a Minas Gerais, no final de 2009, levando filmes para mais uma parcela da população do interior do estado. As cidades contempladas com esta etapa são Bocaiúva, Janaúba, Taiobeiras, Salinas, Turmalina, Resplendor, Carlos Chagas, Manhumirim, Belo Oriente e Nova Era. Em 2009, a caravana levou a arte cinematográfica para outros dez municípios mineiros, entre os dias 7 de agosto e 18 de outubro.

A atual etapa (segunda) pelo interior mineiro começou no dia 13 de novembro e vai até o dia 31 de janeiro de 2010. As projeções ocorrem sempre a partir das 19 horas na sexta, sábado e domingo, ao ar-livre em área cedida ao SESI, em acordo com a prefeitura local, podendo ser em uma praça ou local de conhecimento do público, respeitando as exigências físicas e técnicas dos equipamentos.

Conforto e Tecnologia de ponta
Os filmes são apresentados em tela alto alvura de 12m x 5m com um projetor de 35 mm. O som possui três vias de 2 mil watts e projetor Hi-Light Xenon de 2 mil watts, além de cinemascope, o que permite boa visualização e audição a uma distância de até 25 metros. Tudo isso garante o elevado padrão de qualidade técnica e de conteúdo das projeções.

PROGRAMAÇÃO PRINCIPAL

Animação 'Vida Maria', de Márcio Ramos

Vida Maria – direção de Márcio Ramos
“Vida Maria”, curta de oito minutos, é uma animação produzida por Márcio Ramos, com trilha sonora em parceria com Hérlon Ramos, sucesso absoluto no Festival de Cinema de Pernambuco. O filme conta, com toques de humor, a contradição entre os desejos pessoais e a realidade. Assim, é apresentado um ciclo na vida de Maria José, obrigada a largar os estudos para ajudar nas tarefas diárias da família. Enquanto trabalha, ela cresce, casa, tem filhos, envelhece: passa dos cinco aos 45 anos. Ao final, o início de um novo ciclo que vai reproduzir o seu passado no futuro de sua filha Lurdes.

Tapete Vermelho – direção de Luiz Alberto Pereira
Sensível, engraçado e comovente, “Tapete Vermelho” é a mais bela homenagem feita pelo cinema ao grande Mazzaropi. Matheus Nachtergaele e Gorete Milagres são um casal de caipiras que buscam cumprir a promessa de levar o filho Neco, de dez anos, para uma cidade a fim de assistir a um filme do artista. Mas os tempos mudaram e os cinemas desapareceram. No caminho, o trio cruza com tipos curiosos provando que as lendas da roça ainda estão bem vivas.

Os filmes que não fiz – direção de Gilberto Scarpa
Nos moldes dos documentários em que diretores famosos falam de seus filmes com comentários de atores hollywoodianos sobre seu talento e genialidade, “Os Filmes que não fiz” conta, de forma divertida e cínica, a filmografia de um realizador desconhecido que tem muitos projetos e roteiros, mas nenhum filme produzido.

Entres os diversos prêmios conquistados pelo filme estão o de Melhor Curta – Júri Popular no Brazilian Film Festival de Toronto 2008; de Melhor Curta 35mm no Cine PE 2008; e o de Melhor Curta-metragem Brasileiro – Júri popular no Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte 2008;

'Pequenas Histórias', de Helvécio Ratton

Pequenas Histórias – direção de Helvécio Ratton
Na varanda de uma fazenda, uma senhora, interpretada pela atriz Marieta Severo, conta quatro histórias, quatro contos, protagonizadas por personagens do imaginário popular brasileiro – principalmente da cultura mineira. Ganhou o Prêmio de Melhor Filme Infantil de 2009 pela Academia Brasileira de Cinema e tem no elenco artistas como Patrícia Pilar e Maurício Tizumba.

Até o Sol Raiar – direção de Fernando José e Leandro Amorim
No curta, personagens criados por um artesão em barro ganham vida e agitam uma vila sertaneja em uma noite de festa. Animado em 3D, o filme une a tradição do artesanato em barro, típico do Caruaru, com o cangaço, numa referência a dois ícones da cultura nordestina. Prêmios recebidos: AnimaMundi 2007 RJ – Melhor Primeira Obra; AnimaMundi 2007 SP – Melhor Curta Metragem Brasileiro; AnimaMundi 2007 SP – Melhor Primeira Obra; Cine PE 2008 – Prêmio Especial do Júri Oficial; 31º Festival Guarnicê de Cinema – Prêmio de Melhor Roteiro; 1º Festival de Cinema de Triunfo – Melhor Direção de Arte – Júri Oficial; 1º Festival de Cinema de Triunfo – Melhor Curta-Metragem Nacional – Júri Popular; 3º Animaserra – Prêmio Vencedor Absoluto.

'A Era do Gelo 3', de Carlos Saldanha

A Era do Gelo 3 – direção de Carlos Saldanha
O esquilo Scrat continua tentando agarrar a noz fujona e talvez encontre o verdadeiro amor; Manny e Ellie esperam o nascimento de seu mini-mamute; a preguiça Sid forma sua própria família adotiva seqüestrando alguns ovos; e Diego, o tigre dentes-de-sabre, se pergunta se não está ficando “mole” demais devido à convivência com seus amigos. Em uma missão para resgatar o azarado Sid, a turma se aventura em uma nova era, onde a fauna e a flora são diferentes. Neste local, conhecem uma incansável doninha de um olho só chamada Buck.

Depois de Carlos Chagas, o CINE SESI CULTURAL será apresentado nas cidades:
– Manhumirim – dias 15, 16 e 17/01
– Belo Oriente – dias 22, 23 e 24/01
– Nova Era – dias 29, 30 e 31/01

Outras informações:
Coordenadora do evento pelo SESI/MG- Alexandra Santos – (31) 3241-7140/8871-9625

Produtor de Campo: Ricardo Reichmann (11) 8527-4295 / Nextel 46*14948

Leo Richard, Milena Torres, Brother Soul, Dona Jandira e Erika Machado fazem shows gratuitos no Teatro Marília

28/09/2009 às 14:48 | Publicado em Música | Deixe um comentário
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Integrando o projeto Música Preta pra Balançar, os shows serão realizados nesta terça e quarta-feira

Depois de shows no bairro Padre Eustáquio e no Centro Cultural Lagoa do Nado, o projeto Musica Preta pra Balançar (MPB) terá duas apresentações no Teatro Marília (Av. Alfredo Balena, 586 – Funcionários), nos dias 29 e 30 de setembro (terça e quarta-feira), a partir das 20h. No primeiro show, Leo Richard traz como convidados a cantora Milena Torres e o grupo de Dança Brother Soul. Já no segundo, ele se apresenta com Erika Machado e Dona Jandira. No repertório, canções inéditas e releituras de compositores como: Sérgio Pererê, Pedro Morais, Mestre Jonas, Makely Ka, Renegado, Renato Negrão, Nilo Pinheiro, entre outros.

Leo Richard - Foto de Jair Campos

Leo Richard - Foto de Jair Campos

Milena Torres
Compositora, poeta, letrista e cantora. Possui cerca de 100 composições registradas entre letras de música e poesia. Estréia na poesia musicada participando de sarau em homenagem aos 10 anos de morte de Paulo Leminski, a convite do poeta e cantor Makely Ka e da poeta Alice Ruiz, em 1998. Como cantora inicia a sua experiência cantando em bares a partir dos 17anos de idade dividindo o palco com diferentes formações musicais. Em 2003 coloca em prática o projeto Árvore Musical Macumba.

Brother Soul
Brother Soul é um grupo de black music, formado por quatro dançarinos: Zé Adão(41), Adenauer(45) e os fundadores Mestre Tito(50) e Conrad(40). O grupo existe desde 1983 e todos os integrantes são moradores do Conjunto Jatobá I, conhecido como Vila Santa Rita, na região do Barreiro.

O fascínio pela música difundida por James Brown, além de ter gerado o surgimento da própria equipe, promove a participação dos dançarinos em vários eventos dentro e fora da cidade. O Brother Soul já dançou em São Paulo e no Rio de Janeiro e realizou apresentações em festas de Reveillon em hotéis de luxo.

Dona Jandira
Nascida em Maceió, Alagoas, no ano de 1938, Dona Jandira iniciou seus estudos musicais ainda criança, com a mãe, que era professora de música. Mais tarde, estudou Pedagogia e começou a dar aulas e trabalhar com artesanato. Foi quando surgiu o convite para residir em Minas. Enquanto era professora aposentada da cidade mineira de Ouro Branco, Dona Jandira teve seu talento descoberto no momento em que se apresentava diante da banca da Ordem dos Músicos do Brasil, para obter a carteira profissional de musicista.

Érika Machado
Considerada uma das mais jovens e talentosas compositoras da nova geração brasileira, Érika Machado gravou em 2005 seu disco de estréia, intitulado No Cimento. O álbum foi um dos mais comentados e elogiados dos últimos tempos pela imprensa especializada, que a considera, além de uma criativa e delicada compositora, uma bela intérprete de sua obra. Este álbum lhe rendeu o prêmio de Artista Revelação, concedido pela Associação Paulista dos Críticos de Arte em 2006. O gênero musical da cantora passa pela MPB, Rock e Bossa Nova.

Leo Richard

Leo Richard - Foto de Jair Campos

Leo Richard - Foto de Jair Campos

O alicerce musical de Leo Richard se concentra na música negra, segmento artístico que encontrou em Belo Horizonte locais que valorizam a singularidade e diversidade da arte mineira, possibilitando aos artistas a experimentação de novas formas musicais. Com uma presença magnética e um carisma ímpar, ele embala o público com músicas inéditas misturadas com canções consagradas.

Formado em Artes Cênicas pela UFMG, atua em múltiplas artes: teatro, dança, educação e produção cultural. No entanto, tem se destacado no universo musical.  Em suas apresentações, o artista aprimora seu canto na busca de mostrar uma mescla de tendências rítmicas que variam do soul, passando pela música afro-cubana, afro-brasileira, sem deixar de mencionar os batuques dos jongos, do coco, do maracatu e a moderna música brasileira. O ponto em comum entre esses estilos é o sangue negro que corre cheio de groove e suingue, buscando valorizar a singularidade e diversidade da arte musical.

Música Preta pra Balançar
O projeto MPB atende a uma demanda atual da educação que torna obrigatório o ensino da história e cultura do negro. A iniciativa foi criada em 2007 e contempla a interdisciplinaridade das manifestações artísticas, levando para o palco música, teatro, dança e artes visuais em um espetáculo dançante e cheio de energia.

Atualmente financiado pela Lei Municipal de Incentivo à cultura, o projeto tem direção artística e musical de Sérgio Pererê e preparação vocal de Anthonio.

Projeto Música Preta pra Balançar – Shows no Teatro Marília
Local: Teatro Marília (Av. Alfredo Balena, 586 – Funcionários)
Datas: 29 e 30 de setembro (terça e quarta-feira), a partir das 20h
Participações especiais: Erika Machado, Dona Jandira, Brother Soul e Milena Torres
Entrada franca (Ingressos devem ser retirados com uma hora de antecedência na bilheteria do teatro)

Assessoria de Imprensa: CL Assessoria em Comunicação
Marcos dos Anjos e Christina Lima
(31)3274-8907 ou (31)9775-8907



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