Elba Ramalho apresenta no Music Hall show acústico do novo CD “Balaio de Amor”

28/10/2009 às 18:09 | Publicado em Música | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

Comemorando 30 anos de carreira, a cantora Elba Ramalho vem a BH apresentar seu álbum festivo, lançado em maio deste ano, que reúne baiões e xotes de compositores pós-Luiz Gonzaga. O show será no Music Hall (Av. do Contorno, 3239 – Santa Efigênia), dia 30 de outubro, sexta-feira, e terá abertura do grupo de forró mineiro “Trio Clandestino”.

Elba Ramalho credito Renato Filho3

Foto de Renato Filho

Ao lançar em 1979, seu primeiro álbum “Ave de Prata”, Elba Ramalho ingressava pela porta da frente no cenário cultural brasileiro. O país estava diante de uma nova artista extremamente original e de performances incendiárias. Passadas três décadas, Elba alcançou muito mais que os horizontes do sertão. A intérprete de sucesso, com seis discos de platina e 13 de ouro acumulados, celebra sua trajetória com o disco “Balaio de Amor” (Biscoito Fino), uma ode ao Nordeste.

Elba define o CD como uma homenagem ao baião e ao xote que, assim como o samba, têm a essência na brasilidade. “São canções que sobreviverão porque fazem parte da tradição de um povo”, afirma. Além disso, acrescenta, são músicas românticas, relativamente simples, mas de uma poesia muita rica. “É um deleite para os ouvintes mais atentos. Um disco de amor, cheio de recados para quem gosta de dançar e que mostra uma alegria essencialmente nordestina. Tem muita sensibilidade”, define.

Em “Balaio de Amor”, Elba retoma uma das principais características de sua carreira: a aposta em talentosos compositores, principalmente da Paraíba e de Pernambuco. Foi a intérprete quem primeiro gravou uma canção de Lenine e ajudou a projetar Geraldo Azevedo, Belchior, Chico César, Lula Queiroga e outros. Produzido pelo compositor e músico Cezinha, o CD reúne uma canções, com belas melodias e letras poéticas, compostas por artistas que dificilmente rompem a barreira geográfica nordestina.

Elba Ramalho credito Renato Filho5

Foto de Renato Filho

A cantora optou por selecionar músicas que soassem praticamente inéditas nas demais regiões do país. “Algumas delas são conhecidas pelos nordestinos e o povo acompanha as letras. Sempre fiz bem este trânsito do Nordeste com os outros cantos brasileiros, em meio a essa geografia imensa”.

De compositores já consagrados no eixo Centro-Sul do país, apenas duas faixas de Dominguinhos e uma de Nando Cordel. Do sanfoneiro, com quem já dividiu um álbum, registrou “Riso Cristalino”, parceria com Climério Ferreira, e “Ilusão Nada Demais”, com Fausto Nilo, que conta com o sax soprano de Leo Gandelman.

Parceiro de Dominguinhos em dois supersucessos de Elba Ramalho; “Gostoso Demais” e “De Volta pro meu Aconchego”, Nando Cordel contribui com “É só Você Querer”, gravada em duo com Cezinha, que já inclui a trilha sonora da novela Caras e Bocas, da Rede Globo. Com introdução lenta e dedilhada ao violão, a melódica composição conta com belo arranjo de cordas e samplers de cordas.

Elba Ramalho credito Renato Filho4

Foto de Renato Filho

Os demais compositores que fecham as 14 faixas do CD são em grande parte responsáveis pela renovação do forró – hoje já tão diversificado em subgêneros, como o pé-de-serra, o de latada e o universitário mas sempre calcado no tripé: sanfona, triângulo e zabumba. A base sonora clássica, comandada por Cezinha, é reforçada pela banda formada basicamente por guitarra/violão (Marcos Arcanjo), bateria (Tostão Queiroga), percussão (Anjo Caldas), pad (Zé Américo) e contrabaixo/baixo acústico (Fofão).

As participações do maestro Spok no sax alto, que comanda a orquestra pernambucana que leva seu nome, assim como Nilsinho, da Trombonada e outros dois músicos no trompete e sax tenor são os responsáveis pelos naipes de metais injetados em “Não Lhe Solto Mais” (Antonio Barros/Ceceu), “Se Tu Quiser” (Xico Bezerra) e “Bebedouro”.

“Fuxico”, do compositor do sertão do Araripe, Flávio Leandro, já com oito CDs gravados, abre o disco como legítima representante do legado de Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro. Em “Um Baião Chamado Saudade”, da dupla pernambucana Petrônio Amorim e Rogério Rangel, a sanfona chorada abriga os versos que falam de amor. A canção “Recado”, por sua vez, de Cezinha e Fábio Simões, é considerada pela cantora como uma das mais bonitas do disco. O título do álbum foi pincelado da faixa “Oferendar” (Xico Bezerra) que lança o verso inspirador: “cantando um balaio de amor pra dar”.

No balaio de Elba, os forrós ganham as nuances da intérprete singular que nunca abandonou a veia de atriz, a mesma que no passado abriu o caminho para a cantora. É no canto que Elba transparece a experiência de quem já percorreu os mais diversos palcos e amadureceu a voz. “Há 30 anos, quando lancei ‘Ave de Prata’ a intérprete vibrante e de timbre marcante já estava lá, mas aprendi a explorar outras regiões vocais; o grave e o médio. A ansiedade da iniciante, que arriscava tudo, deu lugar para uma artista mais serena e dona da arte do seu ofício”, avalia, com satisfação.

Music Hall – Sexta-feira – Dia 30 de outubro
Elba Ramalho

Abertura: Trio Clandestino
Abertura da casa – 22 horas.

Ingressos: (VALORES SUJEITOS A ALTERAÇÕES SEM AVISO PRÉVIO, CONFORME OS LOTES SE ESGOTEM)

Pista
1º lote – R$ 40,00 (inteira) / R$ 20,00 (meia)
2º lote – R$ 60,00 (inteira) / R$ 30,00 (meia)

Mesa*
1º lote – R$ 50,00 (inteira)
2º lote – R$ 60,00 (inteira)
3º lote – R$ 70,00 (inteira)
4º lote – R$ 80,00 (inteira)

* Valor Individual. Não há meia entrada para este setor.

Classificação Etária: 18 anos.

Venda de Ingressos: Bilheteria do Music Hall, de segunda a sábado, das 12 às 20 horas (Avenida do Contorno, 3239 – Santa Efigênia); loja 5ª Avenida (27C no 3º piso), Leitura Megastore BH Shopping, pelo site http://www.ingressorapido.com.br e telefone 4003-1212.

Meia-entrada: De acordo com Recomendação do Ministério Público, a meia-entrada é válida para estudantes mediante a apresentação da carteira de estudante válida, acompanhada de comprovante de matrícula e/ou freqüência – será exigido na compra do ingresso e na entrada da Casa. Está limitada a 30% dos ingressos disponíveis, não se aplicando às áreas Vip e Camarotes.

Outras informações – Telefone: 3461 4000 e http://www.musichallbh.com.br
Assessoria de Imprensa BH – CL Assessoria em Comunicação – 3274 8907

Anúncios

Cia de dança alemã Cie Toula Limnaios chega a BH com novo espetáculo

14/10/2009 às 21:46 | Publicado em Dança | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

“Les Possédés” faz curta temporada no Teatro Klauss Vianna – Oi Futuro

Os amantes de dança contemporânea terão uma rara oportunidade de conferir uma das mais respeitadas companhias de dança do mundo, que realiza três apresentações na capital mineira. A Cie Toula Limnaios, companhia de dança alemã dirigida pela coreógrafa e bailarina Toula Limnaios e pelo compositor Ralf Ollertz faz curtíssima temporada do espetáculo “Les Possédés” no Teatro Klauss Vianna – Oi Futuro (Avenida Afonso Pena, 4.001, Bairro Mangabeiras).

Cie Limnaios Possedes -  Foto de Cyan

Cie Limnaios Possedes - Foto de Cyan

As apresentações acontecem nos dias 16 e 17 de outubro (sexta e sábado) às 21 horas e dia 18 (domingo), às 19 horas. Os ingressos custam R$15 (inteira) e R$7,50 (meia-entrada). Outras informações através do telefone 3229 3131.

Belo Horizonte abre a turnê brasileira do espetáculo que passará ainda por Fortaleza, Sobral (CE), Recife e João Pessoa até o mês de novembro. “Les Possédés” estreou em junho de 2009 em París, onde realizou uma temporada de três semanas, com todas as sessões esgotadas.

Toula Limnaios também ministra um workshop para bailarinos profissionais no Corpo Escola de Dança (Av. Bandeirantes, 866 – Bairro Mangabeiras), no dia 18 de outubro, às 11 horas. Inscrições e outras informações podem ser obtidas através do telefone 3221 7701.

Cie Limnaios Possedes - Foto de Cyan

Cie Limnaios Possedes - Foto de Cyan

“Les Possédés”
“Les Possédés” é baseado na descrição de diversos personagens e inspirada nas representações psicológicas do ser humano do escritor russo Dostoievsky. Os personagens são pegos em situações surreais, confusas e sinistras. Eles são presos, enlaçados na trama de seus próprios medos, travados entre autoconfiança e incerteza, desejo e fracasso, poder e abuso, idealismo e fanatismo. Possessos pelos próprios demônios internos, abrem uma fenda – sugados, como que hipnotizados, descobrem o abismo por trás da fachada, máscaras do dia-a-dia, aparências que desmoronam mais cedo ou mais tarde.

Não o excesso, mas a noite cotidiana, atrás da qual algo sinistro treme…dois passos à frente… e a alma enegrece… A escuridão está às vezes bem longe, às vezes já brilha nas sombras à beira da paisagem – em acordo silencioso – em terreno incerto – profundamente ameaçadora e elegantemente conjurada.
Uma bela e feérica escavação – dos medos e fraquezas dos corações ansiosos. Uma sombra misteriosa paira sobre os acontecimentos… alguma coisa poderia acontecer a qualquer momento – não óbvia, mas mesmo assim onipresente…

Cie Toula Limnaios (Alemanha)
“A Cie Toula Limnaios é verdadeiramente o primeiro local para dança contemporânea feita na Alemanha.” (Dr. Karin Schmidt-Deister)
A Cie Toula Limnaios foi fundada em Bruxelas pela coreógrafa e “performer” Toula Limnaios e pelo compositor Ralf Ollertz em 1996. Dois anos depois, transferiram a sede da Companhia para Berlim. A Cie Toula Limnaios realiza contatos e trabalhos em conjunto dentro de uma contínua expansão interdiscisplinar.

Cie Limnaios Possedes -  Foto de Cyan

Cie Limnaios Possedes - Foto de Cyan

Em 2001, a Cie foi premiada com o prêmio de desenvolvimento de “Meeting Never Tanz”. Em 2003, a Companhia abriu seu próprio teatro, o Halle – TanzBühne, que têm sido consagrado internacionalmente desde então como um dos melhores espaços alemães dedicados à dança. Em 2004, uma trilogia sobre Becket da Companhia, entitulada “Atemzug”, foi produzido como um filme de dança pela ZDF/arte. Desde 2005, a Cie tem recebid “Basisförderung” (suporte estrutural) do Senado Cultural de Berlim.

O vasto repertório de 25 trabalhos pode ser visto nos palcos alemães assim como internacionalmente na Áustria, Bélgica, Brasil, França, Irlanda, Itália, Lituânia Grécia, Polônia, Senegal, Espanha, Suíça e Venezuela. Atualmente, a Cie Toula Limnaios é uma das mais bem sucedidas companhias de dança contemporânea da Alemanha.

“As coreografias de Toula Limnaios são sempre documentos de desestabilização. Sua existencialidade mergulha na profundidade da alma, tendo conquistado sua excepcional posição na cena da dança alemã. A sofisticação visual das peças nunca param de impressionar. Em suas turnês para o exterior, a Companhia é celebrada com o 1º exemplo da dança de Berlim.” (Tagesspiegel, S. Luzina)

Toula Lamnaios nasceu na Grécia e foi criada em Bruxelas. Após seus estudos de dança clássica e moderna na técnica Alexander e Laban, trabalhou como intérprete de Claudio Bernardo, Régine Chopinot, e como assistente de Pierre Droulers.

Coreografou seus próprios solos e se graduou em Folkwang Hochschule em Essen, com Susanne Link, Malou Airaudo, Jean Cébron, Lutz Förster e Dominique Mercy. Foi membro da Folkwang Tanzstudio, sob a direção artística de Pina Bauch.

Desde 1996, trabalha como coreógrafa independente e criou 25 peças com músicas de Ralf Ollertz. Paralelamente ao trabalho de coreógrafa, trabalha com improvisações ao vivo com Peter Konald e Konrad Bauer, com quem criou o duo “Landscapes”. Turnês e performances têm levado Toula e sua companhia para festivais nacionais e internacionais na Bélgica, Brasil, Chipre, Irlanda, Itália, Alemanha, Grécia, Polônia, Espanha e Venezuela.

“LES POSSÉDÉS” – Ficha Técnica
Concepção e coreografia: Toula Limnaios
Música: Ralf R. Ollertz
Elenco/criação: Mercedes Appugliese, Fleur Conlon, Kayoko Minami, Clebio Oliveira, Ute Pliestermann, Hironori Sugata
Design de luz: Maximilian Stelzl
Figurino: Antonia Limnaios, Toula Limnaios
Assistência: Felipe Luck
Relações Públicas: Silke Wiethe
Mídia visual: Cyan
Organização de viagem: Maximilian .v Aulock

CIE TOULA LIMNAIOS – ESPETÁCULO: “LES POSSÉDÈS”
Teatro Klauss Vianna – Oi Futuro (Avenida Afonso Pena, 4.001, Bairro Mangabeiras).
Período: Dias 16 e 17 de Outubro, às 21 horas. Dia 18 de Outubro, às 19 horas.
Classificação Etária: 18 anos.
Duração: 30 minutos
Ingressos: R$15,00 (inteira) e R$7,50 (meia-entrada)
Informações: 3229-3131

WORKSHOP COM TOULA LIMNAIOS
Data: Dia 18 de Outubro
Local: Corpo Escola de Dança – Av. Bandeirantes 866 – Mangabeiras .
Horário: 11 às 13 horas
Público-alvo: Bailarinos profissionais
Vagas: 20
Valor: R$45,00

Informações e inscrições pelo telefone: 3221-7701
Assessoria de Imprensa: CL Assessoria em Comunicação – 3274 8907.

Brasileiro, Profissão Esperança

14/10/2009 às 21:36 | Publicado em Música, Teatro | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

Espetáculo que passeia por cinqüenta anos da história brasileira recebe adaptação de Pedro Paulo Cava para temporada no Teatro da Cidade

BRASILEIRO, PROFISSÌO ESPERAN‚A

No dia 22 de outubro, no Teatro da Cidade (Rua da Bahia, 1341, Lourdes), estréia o novo espetáculo do diretor e dramaturgo mineiro Pedro Paulo Cava: Brasileiro, Profissão Esperança. Depois dos belíssimos musicais “Na Era do Rádio”, “Estrela Dalva” e “Mulheres de Hollanda”, agora, o diretor homenageia dois ícones da canção brasileira: Dolores Duran e Antonio Maria.  As apresentações ocorrem as sextas e sábados às 20h30 e aos domingos às 19 horas.

No palco, estarão a cantora e atriz Rose Brant e o ator Mário César Camargo, acompanhados pelos músicos Marcelo Drumond (piano e violão) e Yuri Hunas (percussão).

Brasileiro, Profissão Esperança foi originalmente escrito em 1966 por Paulo Pontes, um dos mais férteis escritores brasileiros, precocemente morto. A peça teve várias montagens, sendo a principal versão estrelada por Paulo Gracindo e Clara Nunes nos anos 70. Nessa montagem, o texto já havia sido modificado pelo próprio autor em função das novidades da década e do enfoque político-social.

BRASILEIRO, PROFISSÌO ESPERAN‚A

Hoje, quarenta e três anos depois, o texto continua fiel à sua origem, que é retratar um momento da música popular brasileira e os costumes dos anos dourados e de chumbo das décadas de 50, 60 e 70. No entanto, Pedro Paulo Cava explica que o espetáculo é uma nova leitura, apesar deste resgate a acontecimentos passados.

A atualização foi possível devido ao uso de linguagens, recursos e fatos importantes dos dias de hoje. “Por toda esta distância no tempo, resolvi usar recursos didáticos como as projeções durante o espetáculo; fazer uma visita histórica àquela época nas páginas do programa e na divulgação; e me apossar da vida e obra de Dolores Duran e Antonio Maria, como ponto de partida para explicar as transformações pelas quais passamos, até chegar aqui hoje, no terceiro milênio. Acrescentei também músicas de vários autores da MPB que vieram após Dolores e Maria, como Chico Buarque, Vinicius de Moraes, Vandré, Caetano Veloso, Edu Lobo, Milton Nascimento e Fernando Brant”, conta o diretor.

BRASILEIRO, PROFISSÌO ESPERAN‚A

Segundo ele, as adaptações realizadas no espetáculo servem para mostrar que a música e o teatro ainda conseguem se indignar diante do mundo que os cerca e que, independente da época em que foram feitas, as canções que estão no inconsciente coletivo do brasileiro são eternas.  “Às vezes triste, às vezes tragicômico, Brasileiro, Profissão Esperança ainda retrata a alma latina deste nosso povo tão espoliado e que consegue cantar. E, cantando, vai levando a vida da forma que pode, já que as mudanças nas estruturas parecem coisa inatingível depois de mais de 150 anos de cristalização e domínio do que existe de pior nas elites brasileiras: o seu desprezo pelo povo e seu profundo descaso pela nossa memória e pelas nossas raízes culturais”, diz Cava.

A direção musical da peça é de Fernando Muzzi, figurinos e cenário de Décio Noviello, preparação corporal de Dulce Beltrão e preparação vocal de Luciana Monteiro de Castro e Valéria Braga. A produção executiva de Ana Gusmão e programação visual de Gustavo Lima. Trilha sonora, adaptação, dramaturgia e direção de Pedro Paulo Cava.

“O Brasil e o mundo mudaram muito nesse período, mas um texto que fala do amor, da paixão e de política será sempre  atual”.
Pedro Paulo Cava

“Brasileiro, Profissão Esperança”
De 22 de outubro a 13 de dezembro
Horário: Sexta e Sábado às 20h30 e Domingos às 19 horas
Preço dos Ingressos
Sextas e domingos R$30 (inteira) | R$15 (meia)
Sábados R$40 (inteira) | R$20 (meia)
Classificação: 12 anos
Informações: (31) 3273-1050
http://www.teatrodacidade.com.br
teatrodacidade@teatrodacidade.com.br

Assessoria de Imprensa – CL Assessoria em Comunicação 3274 8907- Christina Lima e Aline Gonçalves

Eri Johnson pinta e borda no Teatro Dom Silvério

14/10/2009 às 21:29 | Publicado em Teatro | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

Ator diverte e emociona o público no espetáculo em que conta suas histórias e imita amigos famosos

Boas gargalhadas com a dose certa de emoção. O público mineiro vai se surpreender e se divertir com o espetáculo “Eri Pinta Johnson Borda” que faz curtíssima temporada de 29 de outubro a 1º de novembro (quinta a domingo), no Teatro Dom Silvério (Av. Nossa Senhora do Carmo, 230 – Savassi). A comédia fica em cartaz de quinta à sábado, às 21 horas e domingo, às 20 horas. A produção é de Tim Soier Promoções e Eventos.

Eri Johnson - Foto de Gal Oppido

Eri Johnson - Foto de Gal Oppido

Na peça, o ator Eri Johnson comemora seus 28 anos de carreira artística e apresenta personagens que interpretou e conheceu ao longo de sua trajetória nas telas e nos palcos. Os ingressos já estão a venda na bilheteria do Chevrolet Hall. Outras informações pelo telefone 3209-8989.

“Eri Pinta Johnson Borda”
É uma comédia escrita pelo ator Eri Johnson, com a intenção de pintar e bordar com o seu público, fazendo com que eles se tornem cúmplices através de sua completa interatividade.

Trata-se de um espetáculo solo, no qual o ator conta e interpreta de uma forma muito engraçada a sua trajetória artística. E para delírio da platéia, o ator relembra no palco alguns dos seus personagens, como por exemplo, o Gay Lulu da novela “Barriga de Aluguel”. E para aqueles que gostam das tão famosas imitações, dessa vez elas estão inseridas no contexto da peça.

A partir daí o ator aproveita para misturar ficção, realidade e interações com a platéia, nessa comédia que tem uma hora e vinte minutos de duração, ou mais. Pois em se tratando de Eri Johnson, com seu já tradicional poder de improviso, esse espetáculo literalmente só tem hora para começar.
Em ¨Eri Pinta Johnson Borda¨, encontramos personagens encantadores e divertidíssimos, que vão fazer o público dar gargalhadas. Tais como, o gaguinho desempregado, os bêbados e a mãe de um deles, o casado revoltado, o namorado iniciante, e o quase protagonista ¨Feio da Turma¨.
A direção dessa comédia é de Jairo Matos, que também assina como criador das luzes e seus efeitos.

Eri Johnson - Foto de Oppido

Eri Johnson - Foto de Oppido

A trilha sonora é da premiada Túnica, e temos ainda, as participações de vozes de Gabriela Duarte e César Filho.¨Eri Pinta Johnson Borda¨ vai fazer o público rir e se emocionar. Venha fazer parte dessa diversão e talvez você saia desse espetáculo mais famoso do que entrou.

Eri Johnson
Eri Johnson começou a sua carreira artística em 1980 na peça “O Marginal”,. Dois anos antes, havia feito figuração na novela “Dancing Days”. Sua primeira novela na televisão como ator profissional foi “Hipertensão” (1987), de Ivani Ribeiro e direção de Wolf Maia. Depois de alguns bons papéis, o ator pode colher os frutos de seu competente trabalho. Muito amigo de Glória Perez, teve sempre presença e destaque em seus grandes personagens na televisão, como Lulu, de “Barriga de Aluguel”; Adílson Gaivota, de “Explode Coração”; Ligeirinho, de “O Clone”; e Valdomiro, de “América”.

Participou da “Escolinha do Professor Raimundo” de Chico Anysio, em 2006, e integrou o elenco de “Cobras e Lagartos”. Também comandou um programa de entretenimento na televisão de São Paulo, juntamente com Sheila Carvalho. Participou do elenco do “Sítio do Picapau Amarelo” e atuou na novela “Duas Caras”, de Aguinaldo Silva, interpretando Zé da Feira, personagem livremente inspirado em seu amigo Zeca Pagodinho.
No teatro, participou do mega-sucesso “Aluga-se um Namorado”, que esteve em cartaz durante quinze anos, levando mais de 100 mil espectadores aos teatros brasileiros. Em seu extenso curriculum, Eri Johnson já acumula mais de uma dezena de espetáculos teatrais.

Famoso também por imitar celebridades, hoje possui mais de 20 nomes em sua lista de imitações: Lula, Caetano Veloso, Evandro Mesquita, Papa João Paulo II, Romário, Alexandre Frota, Ney Latorraca, Carlos Vereza, entre outros.

Além do teatro e da televisão, Eri esteve em cartaz com a comédia romântica “Sexo com Amor?”. Dirigido por Wolf Maia, fez par com a atriz Maria Clara Gueiros. Esse foi sua terceira e maior atuação no cinema.

ERI PINTA JOHNSON BORDA – CURTA TEMPORADA

Dias 29, 30, 31 de outubro e 1º de novembro
Quinta à sábado, às 21 horas. Domingo, às 20 horas
Local: Teatro Dom Silvério – Av. Nossa Senhora do Carmo, 230 – Savassi
Ingressos: Quinta, sexta e domingo – R$50,00 (inteira) e 25,00(meia-entrada). Sábado – R$60,00 (inteira) e R$30,00 (meia-entrada).

Os valores de meia-entrada são válidos para:
• Estudantes regularmente matriculados na rede oficial de ensino, público ou particular, de 1º, 2º e 3º graus e cursos pré-vestibulares credenciados junto à UNE ou UBES;
•O estudante deverá apresentar a sua carteira com foto, acompanhada do comprovante da mensalidade ou matrícula do estabelecimento de ensino do ano letivo vigente e documento de identidade, tanto na compra do ingresso na bilheteria quanto na entrada do show;
• A meia-entrada é também garantida aos menores de 21 anos e maiores de 60 anos, mediante apresentação de documento com foto.
Formas de pagamento: Cartões de Crédito, Cartões de Débito e Dinheiro.
Pontos de Vendas: Bilheterias do Chevrolet Hall (De segunda à sábado, das 12h às 20h. Domingos e feriados, das 14h às 20h) Ticketmaster: teleingressos: 0300 789 6846 e pelo site http://www.ticketmaster.com.br
Classificação: 12 anos

Informações: (31) 3209-8989
Produção: Tim Soier Promoções – http://www.timsoierpromocoes.com.br
Assessoria de Imprensa: CL Assessoria em Comunicação – (31) 3274 8907

Bazar do Amor Perfeito

14/10/2009 às 21:22 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
Etiquetas: , ,

Artigos especiais e ação solidária

No dia 27 de outubro (terça-feira), a partir das 10 horas, no Nacional Clube (Rua Josafá Belo, 100 – Cidade Jardim) vai acontecer mais uma edição do tradicional Bazar do Amor Perfeito.

Há mais de vinte anos que um grupo de senhoras se reúne para realizar este bazar que tem como objetivo proporcionar um Natal melhor para as crianças e idosos carentes. Os beneficiados serão a Creche Menino Jesus (bairro Santo Antonio) e a A.B.E.T. – Associação Brasileira de Esclerose Tuberosa situada no bairro Anchieta.

Durante muitos anos quem esteve à frente do Bazar do Amor Perfeito eram as irmãs Edith e Latife Haddad e Maria Helena Rodrigues. Mas com o falecimento de Dona Edith, nesta edição quem está na organização é Dona Latif Haddad Pereira e Dona Maria Helena Rodrigues.

Comprometidas com o bem estar social do próximo, estas senhoras da sociedade mineira, doam para o Bazar centenas de produtos exclusivos e de muita beleza e qualidade, todos feitos artesanalmente como utensílios para o lar, cama, mesa e banho.

São peças e adornos para o lar como jogos de cama, mesa e banho, colchas e almofadas e de utilidade, como jogos americanos, pano de prato, pega panelas e aventais. Muito variado, o evento oferecerá peças sofisticadas e artesanais que custam a partir de R$3,00.

Todas as peças são produzidas por um grupo de 30 senhoras que se reúnem, todas as terças-feiras, na Ação Social Paróquia Menino Jesus para costurar e bordar.

O espaço do Nacional Clube foi gentilmente cedido por Mary Oliveira Lobato e o Buffet Catharina doou deliciosas guloseimas entre bombons, docinhos e refrigerantes que serão servidos durante o Bazar.

Serviço: Bazar do Amor Perfeito
Data: 27 de outubro (terça-feira) // Horário: a partir das 10h
Local: Clube Nacional (Rua Josafá Belo, 100 – Cidade Jardim – Belo Horizonte – MG)
Entrada Gratuita

Outras informações com Dona Maria Helena (31) 9984 3557
Assessoria de Imprensa: (31) 3274-8907 – CL Assessoria em Comunicação


Roberta Sá apresenta novo show, “Pra se ter alegria”, no Music Hall

14/10/2009 às 21:19 | Publicado em Música | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,
Roberta Sá - Foto de Flávio Colker

Roberta Sá - Foto de Flávio Colker

A cantora Roberta Sá, destaque no novo cenário da Música Popular Brasileira, volta ao Music Hall (Av. do Contorno, 3239 – Santa Efigênia), dia 24 de outubro agora para apresentar seu primeiro trabalho gravado ao vivo: “Pra se ter alegria”. O CD e DVD foi lançado no país no final de agosto e é resultado do show produzido em abril, no Vivo Rio. O trabalho reúne músicas dos discos “Braseiro” (2005) e “Que Belo Estranho Dia pra se ter Alegria” (2007).

Roberta Sá - Foto de Flávio Colker

Roberta Sá - Foto de Flávio Colker

No repertório, estão sucessos como “Alô Fevereiro”, “Interessa?”, “Janeiros”, “Mais Alguém” e “Eu sambo mesmo”, além de “Agora Sim”, parceria da cantora com Carlos Rennó e Pedro Luis. Roberta estará acompanhada pelos músicos Antonia Adnet (violão 7 cordas, vocais e percussão), Élcio Cafaro (bateria e percussão), Jovi Joviniano (percussão), Ronaldo Diamante (baixos acústico e elétrico e percussão), Rodrigo Campello (programações, violão 7 cordas, guitarra, cavaco e teclado). Tanto nos shows, como no DVD, a direção geral está a cargo do cantor e compositor Pedro Luís e da jornalista Bianca Ramoneda. O cenário é de Gringo Cardia e o figurino é de Isabela Capeto.

Roberta Sá
Roberta Sá nasceu em 19 de dezembro de 1980, em Natal, Rio Grande do Norte. Aos nove anos, mudou-se para o Rio de Janeiro. Os dois endereços da cantora influenciaram sua orientação musical: o forró e o baião nordestino de um lado e o samba e a bossa nova de outro.

“Braseiro”, primeiro CD de Roberta Sá, lançado em 2004, foi um cartão de visita, uma declaração de intenções de uma cantora para a música brasileira. Já o segundo álbum, “Que belo estranho dia pra se ter alegria”, produzido por Rodrigo Campello, foi o mergulho da cantora, cada vez mais amadurecida, no agitado mar de seus contemporâneos, quer nos temas, quer nas formas, quer nos parceiros.

Roberta Sá - Foto de Flávio Colker

Roberta Sá - Foto de Flávio Colker

No diálogo com a tradição da música brasileira, Roberta recupera antigos sambas e exerce uma de suas especialidades como cantora: emprestar sua juventude a velhos sambas buliçosos, como aquele que a tornou conhecida, “A vizinha do lado”, de Dorival Caymmi (canção que integrou a trilha sonora da novela “Celebridade, em 2003). Nos discos e nos shows há o frescor da voz de Roberta Sá e a busca não da modernidade pela modernidade ou da tradição pela tradição, mas do belo, da forma melhor de dizer aquelas melodias e palavras, das invenções e surpresas em cada canção.

Relação das músicas do DVD “Pra se ter alegria” (2009)
1. O Pedido (Junio Barreto e Jam da Silva)
2. Alô Fevereiro (Sidney Miller)
3. Eu Sambo Mesmo (Janet de Almeida)
4. Interessa? (Carvalhinho)
5. A Vizinha do Lado (Dorival Caymmi)
6. Cicatrizes (Miltinho e Paulo César Pinheiro)
7. Casa Pré-Fabricada (Marcelo Camelo)
8. Janeiros (Pedro Luís e Roberta Sá)
9. Mais Alguém (Moreno Veloso e Quito Ribeiro)
10. Belo Estranho Dia de Amanhã (Lula Queiroga)
11. Samba de um Minuto (Rodrigo Maranhão)
12. Agora Sim (Roberta Sá, Pedro Luís e Carlos Rennó)
13. Samba do Amor e Ódio (Pedro Luís e Carlos Rennó)
14. Pelas Tabelas (Chico Buarque)
15. Fogo e Gasolina (Pedro Luís e Carlos Rennó)
16. Ah, Se Eu Vou (Lula Queiroga)
17. Girando na Renda (Pedro Luís, Sérgio Paes e Flávio Guimarães). Participação Especial: Pedro Luís
18. Laranjeira (Roque Ferreira)
19. Novo Amor (Edu Krieger). Participação Especial: Hamilton de Holanda
20. No Braseiro (Pedro Luís)
21. Samba do Balanço (Luis Machado). Participação Especial: Marcelo D2

Relação das músicas do CD “Pra se ter alegria” (2009)
1. O Pedido (Junio Barreto e Jam da Silva)
2. Alô Fevereiro (Sidney Miller)
3. Interessa? (Carvalhinho)
4. Mais Alguém (Moreno Veloso e Quito Ribeiro)
5. Samba de um Minuto (Rodrigo Maranhão)
6. Agora Sim (Roberta Sá, Pedro Luís e Carlos Rennó)
7. Samba do Amor e Ódio (Pedro Luís e Carlos Rennó)
8. Pelas Tabelas (Chico Buarque)
9. Ah, Se Eu Vou (Lula Queiroga)
10. Girando na Renda (Pedro Luís, Sérgio Paes e Flávio Guimarães). Participação Especial: Pedro Luís
11. Laranjeira (Roque Ferreira)
12. Novo Amor (Edu Krieger). Participação Especial: Hamilton de Holanda
13. Samba do Balanço (Luis Machado). Participação Especial: Marcelo D2
14. No Braseiro (Pedro Luís)

“Encontros” (disponíveis para download no CD e em vídeo no DVD):
1. Mambembe (Chico Buarque). Participação Especial: Chico Buarque e Marcello Gonçalves
2. Peito Vazio (Cartola / Elton Medeiros). Participação Especial: Ney Matogrosso e Trio 3. Madeira Brasil
3. Eu Já Não Sei (Domingos Gonçalves / Carlos Gonçalves). Participação Especial: António Zambujo, Yamandú Costa e Ricardo Cruz
4. Modinha (Tom Jobim / Vinícius de Moraes). Participação Especial: Yamandú Costa.

Music Hall – Sábado – Dia 24 de outubro
Roberta Sá

Original do Brasil – A Festa
Encerramento: Zumberê e DJ Dread

Abertura da casa – 22 horas.

Ingressos: (VALORES SUJEITOS A ALTERAÇÕES SEM AVISO PRÉVIO, CONFORME OS LOTES SE ESGOTEM)

Pista
1º lote – R$ 40,00 (inteira) / R$ 20,00 (meia) – ESGOTADO
2º lote – R$ 50,00 (inteira) / R$ 25,00 (meia)
3º lote – R$ 60,00 (inteira) / R$ 30,00 (meia)
4º lote – R$ 70,00 (inteira) / R$ 35,00 (meia)

Camarote
1º lote – R$ 60,00 (inteira) / R$ 30,00 (meia)
2º lote – R$ 70,00 (inteira) / R$ 35,00 (meia)
3º lote – R$ 80,00 (inteira) / R$ 40,00 (meia)
4º lote – R$ 90,00 (inteira) / R$ 45,00 (meia)

Mesa 1º Piso*
1º lote – R$ 70,00
2º lote – R$ 80,00
3º lote – R$ 90,00
4º lote – R$ 100,00

* Valor Individual. Não há meia -entrada para este setor.

Classificação Etária: 18 anos.

Venda de Ingressos: Bilheteria do Music Hall, de segunda a sábado, das 12 às 20 horas (Avenida do Contorno, 3239 – Santa Efigênia); loja 5ª Avenida (27C no 3º piso), Leitura Megastore BH Shopping, pelo site http://www.ingressorapido.com.br e telefone 4003-1212.

Meia-entrada: De acordo com Recomendação do Ministério Público, a meia-entrada é válida para estudantes mediante a apresentação da carteira de estudante válida, acompanhada de comprovante de matrícula e/ou freqüência – será exigido na compra do ingresso e na entrada da Casa. Está limitada a 30% dos ingressos disponíveis, não se aplicando às áreas Vip e Camarotes.

Outras informações – Telefone: 3461 4000 e http://www.musichallbh.com.br
Assessoria de Imprensa BH – CL Assessoria em Comunicação – 3274 8907

Living Colour faz show dia 18 de outubro no Music Hall

14/10/2009 às 18:50 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , ,

Grupo de Hard Rock passa por Belo Horizonte com nova turnê brasileira

LivingColour - Foto de Bill Bernstein

LivingColour - Foto de Bill Bernstein

A banda norte americana de hard rock, Living Colour, sobe ao palco do Music Hall (Av. do Contorno, 3239 – Santa Efigênia), no dia 18 de outubro (domingo), para apresentar o novo show baseado na turnê The Chair In The Doorway. Canções como Burned Bridges, The Chair e Young Man, presentes no novo álbum, prometem animar o público. Além disso, Vernon Reid (guitarras); Corey Glover (vocais); William Calhoun (bateria) e Doug Wimbish (contrabaixo) também devem tocar alguns hits que marcaram o grupo nestes 25 anos de carreira, como Cult of Personality e Open Letter.

O Living Colour tem uma trajetória marcada mais pela preocupação com a qualidade e coerência artística do que com modismos comerciais. Mistura musical e racial, fusões ricas de ritmos e sons, que acabaram se transformando em sucesso de público e crítica.

O grupo veio pela primeira vez ao Brasil em 1992, para a terceira edição do Hollywood Rock. Apesar de não ser tratado pela organização do evento como a maior atração, roubou a cena com seu som contagiante e uma fez apresentação vibrante e barulhenta. O quarteto voltou mais algumas vezes ao país, como em 2004 e 2007.

Agora, a banda apresenta a turnê do novo e aguardado álbum de estúdio, The Chair In The Doorway, gravado após hiato de cinco anos. O lançamento mundial foi nos Estados Unidos, dia 15 de setembro, e em seguida seguem as apresentações no Brasil. Além de Belo Horizonte, já estão confirmados shows em São Paulo (dia 15 de outubro) e Rio de Janeiro (16 de outubro).

LIVING COLOUR
A banda surgiu na cena hard rock mundial em 1984. A formação original trazia Vernon Reid, guitarrista inglês radicado nos Estados Unidos, o baterista William Calhoun, o baixista Muzz Skillings e o vocalista Corey Glover.

Desde o início, o Living Colour veio para marcar presença no rock, seja com uma completa fusão de ritmos, seja revirando conceitos e pré-conceitos que dominavam o meio musical em uma época que bandas integradas somente por negros não tinham muito espaço e ficavam restritas ao cenário hip-hop. Mas de nada teria adiantado o discurso anti-segregação racial se não houvesse também uma boa fundamentação musical, o que ocorria no LC. Seus integrantes, músicos advindos do jazz, passeavam também por elementos do rock, funk, punk, rap, heavy metal e, com facilidade, ganharam fama nos principais clubes de Nova York.

Living Colour - Foto de Bill Bernstein

Living Colour - Foto de Bill Bernstein

A sorte também foi fundamental para a banda, que ganhou destaque após o músico Mick Jagger assistir apresentação em um dos clubes. O popstar, então, decidiu produzir a demo da banda, que logo chegou a Gravadora Epic. Mr. Jagger também participaria do álbum de estréia: Vivid (1988). Na turnê, o LC ficou responsável por abrir os shows dos Rolling Stones e logo a música Cult of Personality virou hit absoluto, dando a banda o Grammy 89 de “melhor performance de hard rock”. Na seqüência, o grupo lançou seu segundo álbum: Time´s Up. Como no primeiro, muita inspiração e ecletismo estavam presentes e resultaram em mais um Grammy.

No entanto, as mudanças causadas por opiniões divergentes também fazem parte da história da banda e em 1992 o baixista Skillings resolveu abandonar o LC, sendo substituído por Doug Wimbish, um dos pioneiros do contrabaixo no hip-hop.

Em 1993, mais um lançamento fonográfico: Stain, visto com o trabalho mais “pesado” do Living Colour e também de repercussão mais discreta. Em 1994, sem muitas explicações e às portas da gravação do quarto álbum, Vernon Reid, líder fundador da banda, deixa os parceiros, encerrando o primeiro ciclo do Living Colour, já que sem ele os outros integrantes não quiseram continuar.

Foram seis anos de separação em que os músicos se dedicaram a outras bandas e a trabalhos individuais. Até que em 2000 se juntaram para apresentações no CBGB, clube de Nova York onde tudo havia começado. Grande parte dos créditos pelo ressurgimento da banda é atribuída aos próprios fãs, sobretudo aos brasileiros com os quais o baterista Calhoun teve muito contato devido a suas viagens sucessivas ao país. CollideOscope, álbum de 2003, refletiu a nova fase, com a soma de elementos eletrônicos à sonoridade da banda (apesar do resultado final não ter agradado muito aos músicos).

Agora, o grupo apresenta o álbum “The chair in the doorway” com as seguintes faixas: Burned Bridges, The Chair, DecaDance, Young Man, Method, Behind The Sun, Bless Those, Hard Times, Taught Me, Out Of Mind e Not Tomorrow.

PÁGINA DO LIVING COLOUR (MYSPACE):
http://www.myspace.com/livingcolourmusic

Music Hall – Sexta-feira – Dia 18 de outubro
Living Colour

Abertura da casa – 22 horas.

Ingressos: (VALORES SUJEITOS A ALTERAÇÕES SEM AVISO PRÉVIO, CONFORME OS LOTES SE ESGOTEM)

Pista
1º lote – R$ 70,00 (inteira) / R$ 35,00 (meia)
2º lote – R$ 80,00 (inteira) / R$ 40,00 (meia)
3º lote – R$ 90,00 (inteira) / R$ 45,00 (meia)
4º lote – R$ 100,00 (inteira) / R$ 50,00 (meia)

Camarote
1º lote – R$ 100,00 (inteira) / R$ 50,00 (meia)
2º lote – R$ 120,00 (inteira) / R$ 60,00 (meia)
3º lote – R$ 140,00 (inteira) / R$ 70,00 (meia)
4º lote – R$ 160,00 (inteira) / R$ 80,00 (meia)

Classificação Etária: 18 anos.

Venda de Ingressos: Bilheteria do Music Hall, de segunda a sábado, das 12 às 20 horas (Avenida do Contorno, 3239 – Santa Efigênia); loja 5ª Avenida (27C no 3º piso), Leitura Megastore BH Shopping, pelo site http://www.ingressorapido.com.br e telefone 4003-1212.

Meia-entrada: De acordo com Recomendação do Ministério Público, a meia-entrada é válida para estudantes mediante a apresentação da carteira de estudante válida, acompanhada de comprovante de matrícula e/ou freqüência – será exigido na compra do ingresso e na entrada da Casa. Está limitada a 30% dos ingressos disponíveis, não se aplicando às áreas Vip e Camarotes.

Outras informações – Telefone: 3461 4000 e http://www.musichallbh.com.br
Assessoria de Imprensa BH – CL Assessoria em Comunicação – 3274 8907


O Teatro Mágico apresenta “O 2° ATO” no Music Hall, em BH

14/10/2009 às 14:29 | Publicado em Música | 1 Comentário
Etiquetas: , , ,
O Teatro Mágico - Foto de Vinicius Campos

O Teatro Mágico - Foto de Vinicius Campos

A trupe do “O Teatro Mágico” volta a Belo Horizonte para apresentar o álbum “Segundo Ato” no dia 17 de outubro, sábado, no Music Hall (Avenida do Contorno, 3239 – Santa Efigênia). Na web brasileira, o disco já bateu recorde absoluto em relação a downloads, com mais de um milhão de transferências.

O espetáculo “O Teatro Mágico: Segundo Ato” se propõe a entrar mais a fundo nos debates que cercam as desigualdades sociais e as questões que rondam a pós-modernidade. Procurando explorar a questão do livre compartilhamento das músicas na Internet e defendendo a bandeira da musica livre, o Teatro Mágico se apresenta com um perfil de questionamento e protesto.

O Teatro Mágico
O grupo foi criado por Fernando Anitelli, ator, músico e compositor. De forma independente, sem apoio de gravadora ou campanhas midiáticas, já alcançaram números que muitas bandas “consagradas” não conseguiram ainda. O “boca a boca” e a Internet foram fundamentais na divulgação do trabalho, cada vez mais conhecido e respeitado, que faz com que “O Teatro Mágico” venha se consolidando como uma das bandas mais importantes da cena independente do Brasil.

Inspiradas nas obras de Hermann Hesse, escritor alemão, as composições tratam dos personagens que as pessoas precisam assumir nas diversas situações do cotidiano. As canções são intercaladas pelo traçado tecnológico de ruídos telefônicos, sinais de rádio e mensagens de voz. Os integrantes da trupe se apresentam maquiados e vestidos de clown (palhaço), que trazem a idéia do “personagem interno” escondido em cada pessoa.

Fernando Anitelli e trupe já estão na estrada há cerca de cinco anos. Ao longo deste caminho, o título do primeiro álbum, “O Teatro Mágico: Entrada para Raros”, acabou se transformando em algo maior do que o próprio sobrenome do músico e compositor. Hoje, Anitelli apresenta a companhia artística “Teatro Mágico” e leva para o palco não só um conceito de arte, mas também o debate em favor da música livre e da “pirataria saudável”.

Em 18 de Junho de 2008, três anos depois do lançamento de seu primeiro álbum, “O Teatro Mágico” fez o lançamento de seu segundo álbum de estúdio, intitulado “O Teatro Mágico: Segundo Ato”.

As canções foram divulgadas previamente no site da Trama Virtual quebrando todos os recordes de downloads até então. Em menos de 48 horas, foram mais de 600 mil downloads. O primeiro cd da companhia artística, “Entrada para Raros”, já vendeu cerca de 130.000 cópias e o “Segundo Ato” já emplaca o número de 23.000 discos vendidos.

O “Segundo Ato”
As composições escolhidas para o “Segundo Ato” colocam em debate o homem e a sociedade na qual vive. Para Anitelli, “no primeiro espetáculo, a trupe estava imersa num universo fantasioso onde cores e magia nos trazia a sensação de que tudo é possível. Havia um ‘quê’ de encantamento”.

Paralelamente, Anitelli explica que nesta nova fase, é como se a trupe chegasse à cidade e se deparasse com as questões urbanas, como o cotidiano dos cidadãos de rua citados na canção “Cidadão de Papelão” ou a problemática da mecanização do trabalho, citada no “O Mérito e o Monstro”.  “Indo mais além, há um debate sutil e, por vias opostas, mordaz, sobre o amontoado de informações que absorvemos, sem perceber, assistindo aos programas de TV da atualidade. Esta idéia está retratada na música ‘Xaneu N 5’, gravada com participação do cantor Zeca Baleiro”, conta.

Teatro Mágico - Foto de Vinicius Campos

Teatro Mágico - Foto de Vinicius Campos

No palco, os artistas circenses complementam o discurso feito pelas canções do “Segundo Ato” com números novos, como a corda indiana (aparelho de circo cuja imagem já nos remete a movimentos mais “ariscos”, que desafiam a força e o equilíbrio do homem no ar). Além disso, algumas poesias inéditas serão declamadas pelo próprio Anitelli e alguns textos do livro “O Teatro Mágico em Palavras” serão encenados pelo elenco.

Numa abordagem poética e lírica, a música “Pena” revela o sentimento do artista diante da matemática da arte, da luta diária entre “vender” ou “se vender” perante o sistema capitalista. E, dentro de todo esse universo de interrogações e subversões, Anitelli vai tecendo várias linhas de raciocínio e convida seu público a mergulhar no cerne das questões que levanta em cada canção.

Ao final do espetáculo, a trupe defende a igualdade e a busca racional por soluções pertinentes aos problemas da sociedade pós-moderna. E prega que a fé existente dentro de cada ser humano é a engrenagem maior para a superação dos limites internos e externos. Assim, Anitelli entoa “Sonho de Uma Flauta”, como se dissesse a seu público: “Sigamos em frente, lutemos, que tudo é possível de se realizar”.

Music Hall – Sábado – 17 de Outubro de 2009
O Teatro Mágico – “O Segundo Ato”

Abertura da casa: 22 horas.
Show Teatro Mágico: a partir das 23h30.
Classificação Etária: 16 anos.

Ingressos

(VALORES SUJEITOS A ALTERAÇÃO SEM AVISO PRÉVIO, CONFORME DISPONIBILIDADE DOS LOTES):

Pista
1º Lote R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada)* – ESGOTADO
2º Lote R$50,00 (inteira) / R$25,00 (meia-entrada)* – ESGOTADO
3º Lote
R$60,00 (inteira) /
R$30,00 (meia-entrada)* – ESGOTADO

Pista / Valores promocionais condicionados a entrega de 1Kg de alimento não perecível na portaria do evento (exceto sal e fubá)
1º Lote R$30,00 – ESGOTADO
2º Lote R$35,00 – ESGOTADO
3º Lote R$40,00

Camarote
1º lote R$ 40,00 (inteira)** – ESGOTADO
2º lote R$ 50,00 (inteira)**

*Salientamos que para os estudantes é necessário a apresentação da carteirinha no momento da entrada para o espetáculo; idosos e professores da rede pública também podem comprar ingressos tipo “meia”, com a obrigatoriedade da apresentação de documentação comprobatória na entrada das apresentações. Crianças até 5 anos NÃO pagam e acima de 6 anos pagam MEIA entrada.

** Não haverá meia-entrada no camarote.

Venda de Ingressos:
Bilheteria do Music Hall, de segunda a sábado, das 12 às 20 horas, Loja 5ª Avenida (27C no 3º piso), Leitura Mega Store BH Shopping, pelo site http://www.ingressorapido.com.br e telefone 4003-1212,

Sorvetes Salada (apenas camarote):
Av. Professor Mário Werneck, 1331. Bairro: Buritis – Belo Horizonte/MG
Av. Contorno, 6326, Loja 06/07. Bairro: Funcionários – Belo Horizonte/MG
Av. Presidente Carlos Luz, 3001. Bairro: Caiçara – Belo Horizonte/MG
Av. André Cavalcanti, 602. Bairro: Gutierrez – Belo Horizonte/MG
http://www.sorvetesalada.com.br

Outras informações – Telefone: 3461 4000 e http://www.musichallbh.com.br

Arnaldo Antunes apresenta novo trabalho no Music Hall

11/10/2009 às 16:35 | Publicado em Música | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

Show de estréia nacional do CD “Iê Iê Iê” será dia 12 de setembro

Arnaldo Antunes - Foto de Fernando Laszlo

Arnaldo Antunes - Foto de Fernando Laszlo

O cantor Arnaldo Antunes traz ao Music Hall (Av. do Contorno, 3239 – Santa Efigênia), no próximo dia 12 de setembro (sábado), seu novo disco lançado em maio deste ano: Iê Iê Iê. Belo Horizonte será a primeira cidade a receber o show completo deste projeto. A abertura do evento fica por conta da banda Falcatrua.

“Iê iê iê é uma palavra que não está no dicionário, mas todo mundo sabe o que significa. Música jovem de uma época, com seu repertório de timbres, trejeitos, colares, carros e cabelos, o termo traduz um estilo que parece ter ficado parado no tempo, como se fosse um nome que se dava ao rock’n roll antes dele se chamar rock’n roll”, explica Arnaldo. A expressão, que já havia sido citada pelos Beatles em She Loves You (yeah yeah yeah) e por Serge Gainsbourg em Chez Les Ye Ye Ye, ficou associada, no Brasil, a Jovem Guarda, que teve como grandes expoentes Roberto e Erasmo Carlos.

Arnaldo Antunes - Foto de Fernando Laszlo

Arnaldo Antunes - Foto de Fernando Laszlo

“A decisão de dar este nome ao disco veio antes da sua feitura. Eu, que, em geral, decido os títulos só depois dos trabalhos concluídos, sabia dessa vez, desde o início, que queria fazer um disco de iê iê iê, chamado Iê Iê Iê. Um pouco pelo sabor das coisas que vinha compondo, um pouco pelo desejo de voltar a uma sonoridade mais dançante, depois de dois discos gravados com uma formação mais leve, apenas com instrumentos de cordas (violões, guitarras, baixo) e piano ou teclados e sanfona; sem bateria nem qualquer instrumento de percussão”, conta o cantor.

O show de abertura fica por conta dos mineiros de Falcatrua - Foto de Claudia Margutti

O show de abertura fica por conta dos mineiros de Falcatrua - Foto de Claudia Margutti

Diferentemente de seus outros CDs, que foram marcados pela diversidade e misturas vindas de uma herança tropicalista e do temperamento de Arnaldo, o ex-Titãs explica que este é um trabalho de “gênero musical”. “Quis que essa minha volta a um som de banda com bateria tivesse uma face mais coesa. Cheguei assim ao desejo de fazer um disco de gênero, com possíveis variações rítmicas, mas mantendo um campo de referências no que podemos chamar de iê iê iê. Não por saudosismo, mas pelo anseio de revitalizar o estilo, numa linguagem mais contemporânea e com letras que tentam incorporar novas questões e pontos de vista a ele”.

Entre as referências para a elaboração do disco estão, além da Jovem Guarda, o Surf Music, a primeira fase dos Beatles, as trilhas dos filmes de faroeste, o twist, Rita Pavone, programas de auditório e todo um repertório da cultura pop que se traduz em canções contagiantes e de apelo direto. Iê Iê Iê é um álbum de canções inéditas, a maior parte delas feitas recentemente por Arnaldo Antunes junto a parceiros como Marisa Monte, Carlinhos Brown, Liminha, Paulo Miklos, Branco Mello, Ortinho, Betão Aguiar e Marcelo Jeneci. “Para mim, esse disco tem ainda um gosto de retorno a algo do início de minha carreira, quando formamos os Titãs, que nos dois primeiros anos de existência tinham o nome de “Titãs do Iê Iê”, conta Arnaldo.

Arnaldo Antunes - Foto de Fernando Laszlo

Arnaldo Antunes - Foto de Fernando Laszlo

No CD, o cantor tem a companhia dos músicos: Chico Salem (violão e guitarra), Betão Aguiar (baixo) e Marcelo Jeneci (teclados), além de Edgard Scandurra na guitarra e Curumim na bateria. A produção é de Fernando Catatau, cujo trabalho na banda Cidadão Instigado tem muita afinidade com o tipo de sonoridade e timbragem que Arnaldo buscou. “Catatau deu sugestões muito originais para o som e contribuiu inventivamente para os arranjos, além de tocar algumas guitarras e participar dos coros”, diz Arnaldo. Yuri Kalil é o engenheiro de gravação e mixagem; e os músicos Régis Damasceno, Clayton Martin, Lana Beauty e Michele Abu participaram especialmente em algumas faixas.

Discografia solo Arnaldo Antunes:
* Nome (1993)
* Ninguém (1995)
* O Silêncio (1996)
* Um Som (1998)
* O Corpo (2000)
* Paradeiro (2001)
* Saiba (2004)
* Qualquer (2006)
* Ao Vivo no Estúdio (2007)

Falcatrua
A banda Falcatrua surgiu em 2000. Dois anos depois, o grupo lançou seu primeiro CD “Álbum de Família”, resultado de um espetáculo musical realizado em parceria com a companhia de teatro Trampulim. Posteriormente, a banda participou de eventos que são referência no calendário da música mineira – Conexão Vivo, e o Música Independente.

Em 2006, foi a vez dos mineiros se apresentarem no Parque Municipal, durante o Festival Internacional de Teatro de Belo Horizonte (FIT). A partir daí, o grupo entregou-se, completamente, ao projeto “Falcatrua e o Pau de Arara Espacial”. O espetáculo musical foi apresentado em Belo Horizonte e no Rio de janeiro, no Teatro Odisséia.

O trabalho do quarteto formado por André Miglio (voz, violão e trompete), Gleison Túlio (guitarras), Danilo Guimarães (baixo e voz) e Rodrigo Carioca (bateria), é composto, em sua maioria, por músicas próprias, além de versões irreverentes de outros artistas. A banda Falcatrua apresenta agora o álbum “Vou Com Gás”. O CD, que traz uma dezena de composições Tim Maia, tem a direção artística de Nelson Motta e a produção de John Ulhoa (guitarrista do Pato Fu).

Music Hall – Sábado – Dia 12 de setembro
Arnaldo Antunes
Abertura da casa – 22 horas.
Ingressos: (VALORES SUJEITOS A ALTERAÇÕES SEM AVISO PRÉVIO, CONFORME OS LOTES SE ESGOTEM)

Pista
1º lote – R$ 30,00 (inteira) / R$15,00 (meia)
2º lote – R$ 40,00 (inteira) / R$20,00 (meia)
3º lote – R$ 50,00 (inteira) / R$25,00 (meia)
4º lote – R$ 60,00 (inteira) / R$30,00 (meia)

Camarote Open Bar*
1º lote – R$ 60,00
2º lote – R$ 70,00
3º lote – R$ 80,00
4º lote – R$ 90,00

* Valor individual. O open bar será até o final do show. Não há meia entrada para este setor.

Classificação Etária: 18 anos.

Venda de Ingressos: Bilheteria do Music Hall, de segunda a sábado, das 12 às 20 horas (Avenida do Contorno, 3239 – Santa Efigênia); loja 5ª Avenida (27C no 3º piso), Leitura Megastore BH Shopping, pelo site http://www.ingressorapido.com.br e telefone 4003-1212.

Meia-entrada: De acordo com Recomendação do Ministério Público, a meia-entrada é válida para estudantes mediante a apresentação da carteira de estudante válida, acompanhada de comprovante de matrícula e/ou freqüência – será exigido na compra do ingresso e na entrada da Casa. Está limitada a 30% dos ingressos disponíveis, não se aplicando às áreas Vip e Camarotes.

Outras informações – Telefone: 3461 4000 e http://www.musichallbh.com.br
Assessoria de Imprensa – CL Assessoria em Comunicação – 3274 8907


Sesi-MG realiza Festival Bandas de Cá em Ouro Preto no dia 11 de outubro

05/10/2009 às 21:02 | Publicado em Música | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , ,

Desfile de bandas de música tradicionais, shows e concurso de arranjos percorrerão sete cidades da Estrada Real

Baixe a programação completa do Festival em Ouro Preto

Ouro Preto será a primeira das sete cidades que vão receber o Festival Bandas de Cá, realizado pelo Sesi-MG. Dividido em duas partes, a etapa de Ouro Preto, que tem apoio da prefeitura local, contará com o Encontro de Bandas e a primeira eliminatória I Concurso de Arranjos para Bandas Tradicionais de Música.  Na primeira parte, apresentam 13 bandas da cidade e região, escolhidas pelo Centro de Referência Musicológica José Maria Neves de São João Del Rei (Cerem). As atrações são gratuitas e serão realizadas na Praça Tiradentes, no Centro Histórico, no dia 11 de outubro, domingo, a partir das 9h. Além de Ouro Preto, as cidades de Barão de Cocais, Tiradentes, Diamantina, Juiz de Fora, São Lourenço e São João del-Rei também receberão o Festival.

Lô Borges - Foto de Sylvio Coutinho

Lô Borges - Foto de Sylvio Coutinho

Encontro de Bandas em Ouro Preto
O Encontro de Bandas tem objetivo claro. Levar ao conhecimento do grande público o trabalho das bandas tradicionais de Minas. Além de opção de entretenimento e turismo o encontro vem ainda resgatar um rico acervo cultural de grande tradição e que muitas vezes permanece desconhecido. “É uma forma de promover intercâmbio do tradicional com outras manifestações artísticas, valorizar a auto-estima dos artistas e a própria arte”, afirma o gerente de Cultura do Sesi-MG, Cláudio Marcassa.

Maurício Tizumba - Foto de Leonardo Lara

Maurício Tizumba - Foto de Leonardo Lara

O encontro começa às 9h com o desfile das bandas em uma tradicional jardineira, ano 1918. O veículo levará a Banda Curió de Minas (criada especialmente para o festival), sob a regência do maestro Teófilo Helvécio, e um boneco do compositor mineiro Ary Barroso, homenageado no Festival.

O público poderá assistir também a um desfile-espetáculo dos bonecos anões gigantes de Mariana (Cia Navegante de Teatro), com o espetáculo Bloconeco, dirigido por Catin Nardi. O evento será encerrado com apresentação da Banda Curió de Minas e shows de Lô Borges, Mauricio Tizumba e Tambores de Minas.

Cia Navegante - Foto de Leo Drumond

Cia Navegante - Foto de Leo Drumond

Bandas que se apresentam em Ouro Preto
Sociedade Musical Senhor Bom Jesus de Matosinhos (Ouro Preto)
Sociedade Musical União Social de Cachoeira do Campo (Ouro Preto)
Sociedade Musical Bom Jesus das Flores (Ouro Preto)
Sociedade Musical Santa Cecília de Rodrigo Silva (Ouro Preto)
Associação Musical Nossa Senhora da Conceição da Lapa de Antonio Pereira (Ouro Preto)
Sociedade Musical Santarritense (Ouro Preto)
Sociedade Musical 13 de Junho de Santo Antonio do Salto (Ouro Preto)
Sociedade Musical São Gonçalo do Amarante (Ouro Preto)
Corporação Musical Sagrados Corações de Jesus e Maria (Ouro Preto)
Sociedade Musical São Sebastião de Passagem de Mariana (Mariana)
Sociedade Musical União Itabiritense (Itabirito)
Sociedade Musical Santa Cecília de Passagem de Mariana (Mariana)
Banda Euterpe Cachoeirense (Ouro Preto)

I Concurso de Arranjos
As inscrições para o I Concurso de Arranjos para Bandas Tradicionais de Música estão abertas até o dia 8 de outubro, e podem ser feitas através do site http://www.artbhz.com.br. Serão premiados compositores e arranjadores de todo o Brasil que apresentem trabalho de qualquer tema desde que seja música brasileira. Arranjo é a adaptação de uma composição para a execução por um grupo específico de vozes ou instrumentos musicais, neste caso, as bandas tradicionais de música.

Uma comissão julgadora formada pelo Cerem irá selecionar 15 arranjos para serem executados pela banda Curió de Minas nas cidades que receberão o festival. Em cada uma dos cinco primeiros municípios (Ouro Preto, Barão de Cocais, Tiradentes, Diamantina e Juiz de Fora) haverá a apresentação de três arranjos, entre os quais um será selecionado. No dia 15 de novembro, em São Lourenço, ocorre a semifinal do concurso, com a escolha das três melhores composições. O vencedor vai ser conhecido na grande final, no dia 29 de novembro, em São João Del-Rei.

Ao final do projeto será gravado um CD com as 15 músicas/arranjos finalistas e editado um livro de partituras.

Calendário do Festival Bandas de Cá

Ouro Preto
Data: 11 de Outubro
Local: Praça Tiradentes

Barão de Cocais
Data: 18 de Outubro
Local: Praça da Matriz

Tiradentes
Data: 25 de Outubro
Local: Largo das Forras

Diamantina
Data: 01 de Novembro
Local: Praça do Mercado Velho

Juiz de Fora
Data: 08 de Novembro
Local: Parque Halfeld

São Lourenço
Data: 15 de Novembro
Local: Praça Brasil

São João del-Rei – Encerramento
Data: 29 de Novembro
Local: Av. Pres. Tancredo Neves de Almeida

FESTIVAL BANDAS DE CÁ – ETAPA OURO PRETO
ENCONTRO DE BANDAS E CONCURSO DE ARRANJOS

Data: 11/10, domingo
Horário: 9 às 21h
Local: Praça Tiradentes
Inscrições e regulamento do Concurso de Arranjos: http://www.artbhz.com.br
Informações para o público: (32)2211-7295
Entrada franca

Assessoria de Imprensa: CL Assessoria em Comunicação
Christina Lima e Marcos Vinícius dos Anjos
(31)3274-8907 e (31)9775-8907

Assessoria de Comunicação Corporativa do Sistema FIEMG
(31)3263-4449


Página seguinte »


Entries e comentários feeds.