“Video Games Live” pela primeira vez em Belo Horizonte

30/09/2009 às 11:07 | Publicado em Games | Deixe um comentário

Orquestra interpreta os maiores clássicos dos vídeo games e muito mais no Grande Teatro do Palácio das Artes

O mega-espetáculo que já conquistou milhares de jovens de diversos países — Estados Unidos, Canadá, Taiwan, Inglaterra, Nova Zelândia e Coréia — finalmente chega à capital mineira. É o Video Games Live (www.videogameslive.com.br) maior evento de game music do mundo, que acontece na quarta-feira, dia 30 de setembro, no Grande Teatro do Palácio das Artes (Av. Afonso Pena, 1537 – Centro).

Video Games Live - Foto de Jeff Vanelle

Video Games Live - Foto de Jeff Vanelle

O Video Games Live tem o impacto de um concerto, com direito a orquestra e coral, mas com a vibração de um show de rock, com laser e projeção sincronizada de cenas dos jogos mais famosos da história. O evento terá início às 18 horas com a abertura do Espaço VGL, no Foyer do Grande Teatro – onde o público terá acesso a uma área especial de freeplay, com jogos e concurso de Guitar Hero, entre outras atrações. O espetáculo musical, ponto culminante do Video Games Live, acontece às 20 horas. Os ingressos estão à venda na bilheteira do Palácio das Artes. Outras informações pelo telefone: 3236-7400.

O espetáculo é interativo desde a escolha do repertório. Os amantes de game music e jogos eletrônicos de todo o mundo votam em suas músicas favoritas no site oficial americano do projeto – http://www.videogameslive.com Quando ocorrem das turnês internacionais, são selecionadas as trilhas mais votadas, além de outras já consagradas, para garantir a presença de jogos cultuados pelos jogadores brasileiros. E na apresentação na capital mineira, não foi diferente. No repertório, estarão trilhas sonoras de jogos como Castlevania, Kingdom Hearts, Metal Gear Solid, Sonic, Legend Of Zelda, God of War, Warcraft e Halo, entre outros.

Video Games Live - Foto de Jeff Vanelle

Video Games Live - Foto de Jeff Vanelle

Além disso, em cada país, o Video Games Live conta com a participação de uma orquestra local. Em 2009, a turnê brasileira trará a Orquestra Symphonica Villa Lobos. Em Belo Horizonte, o show de abertura fica por conta da banda Abreu Project, Em seguida, acontece o Concurso de Cosplay, onde os concorrentes realizam uma breve apresentação caracterizados como seus personagens de games favoritos.

O Video Games Live transporta o público ao mundo mágico e grandioso dos jogos eletrônicos. Um cenário fantástico, elaborado por profissionais envolvidos no desenvolvimento e criação dos games, cria um clima virtual e futurístico. Durante o espetáculo são apresentadas trilhas sonoras dos mais famosos jogos eletrônicos. Os games são exibidos no telão com suas músicas, efeitos visuais e sonoros interpretados por músicos, coristas e cantores brasileiros regidos pelo Maestro Jack Wall e apresentados por Tommy Tallarico.

Video Games Live - Foto de Jeff Vanelle

Video Games Live - Foto de Jeff Vanelle

Além do lado musical, o Video Games Live possui segmentos multimídia e interativos. Durante o espetáculo, acontecem interações com a platéia quando alguns espectadores são convidados ao palco e participam dos games exibidos ao vivo no telão, enquanto a orquestra executa a trilha em sincronia com o jogo. Nesta apresentação, um segmento interativo será dedicado ao game Donkey Kong. Após o intervalo, será a vez do segmento de Guitar Hero. Os jogadores que alcançarem as melhores pontuações serão premiados.

A produção local da turnê do Video Games Live é da ArtBhz Produtora, respeitada empresa mineira especializada em produção cultural e também do segmento conhecido como family entertainment. Já promoveu turnês em diversos estados brasileiros de grandes espetáculos internacionais como Holiday on Ice, Backyardigans, Lazytown, Circo da China, Disney no Gelo e a exposição itinerante Mundo Jurássico.

Video Games Live -  Foto de Jeff Vanelle

Video Games Live - Foto de Jeff Vanelle

Video Games Live
O Video Games Live estreou nos EUA em 6 de julho de 2005, no Hollywood Bowl, com a Orquestra Filarmônica de Los Angeles, sendo, até hoje, o maior concerto de videogames da história, com um público de 11 mil pessoas na Arena de San Diego (CA) durante a turnê de 2005/2006. Idealizado pelos compositores norte-americanos de game music Jack Wall e Tommy Tallarico, o evento pretende aproximar a música eletro-sinfônica da nova geração. O Video Games Live já foi visto por mais de 300 mil pessoas em todo o mundo, e realizou grandiosas turnês por Estados Unidos, Canadá, Taiwan, China, Coréia, Inglaterra, Escócia, França, Alemanha, Portugal, Nova Zelândia, entre outros países.

Tommy Tallarico (www.tallarico.com): É o maior compositor de game music do mundo (compôs trilha para 275 games, como Tony Hawk Pro Skater, Spider Man, Earth worm Jim, Unreal, Mortal Kombat, e Time Crisis) e está no Guiness Book of World Records – Gamer´s Edition. Tommy também é o fundador e presidente da Game Áudio Network Guild – G.A.N.G (www.audiogang.org), organização sem fins lucrativos que tem o objetivo de promover a excelência nas trilhas dos jogos eletrônicos.

Video Games Live - Foto de Don Komarechka

Video Games Live - Foto de Don Komarechka

Jack Wall (www.jackwall.net): Maestro do Video Games Live, Jack Wall é um dos principais compositores de música em jogos eletrônicos desde 1996. Já produziu mais de trinta trilhas de games, incluindo os sucessos Myst, Splinter Cell e Jade Empire. Wall é também vice-presidente e co-fundador da Game Audio Network Guild – G.A.N.G. Antes de ingressar no mundo dos games, Wall trabalhou como produtor de nomes como Patti Smith e David Byrne, entre outros.

Emmanuel Fratianni (www.myspace.com/emmanuelfratianni): Regente associado do Video Games Live, desde junho de 2009, regendo a National Symphony Orchestra no Kennedy Center, em Washington, capital norte-americana. Nascido na Suíça, filho de uma família italiana é pianista, regente de orquestra e compositor de jazz. Suas composições já foram tocadas por muitos músicos de jazz e pelos mais respeitáveis grupos de música clássica dos Estados Unidos e de todo o mundo, incluindo a Orquestra Sinfônica da Petrobrás. Fratianni será o maestro da apresentação do Video Games Live em BH.

Laura Intravia – Musicista norte-americana, graduada em Composição e Performance Vocal pela Ithaca College. Ainda na infância, fazia transcrições das trilhas sonoras de seus games favoritos. Em 2007, realizou sua primeira performance em aclamada apresentação na convenção de anime e games Otakon. No evento, interpretou com a flauta uma música do jogo Legend Of Zelda. No ano seguinte, nova apresentação também de enorme sucesso, inclusive na internet. E foi através do You Tube que Tommy Tallarico conheceu o talento de Laura, e a convidou para participar do Video Games Live, em San Diego ainda em 2008. Laura é uma das artistas que vai apresentar performance solo na turnê brasileira do Video Games Live.

Norihiko Hibino – O músico japonês é conhecido internacionalmente como compositor, arranjador e saxofonista, particularmente por seu brilhante traballho na trilha sonora da famosa série de games Metal Gear Solid. O jogo vendeu mais de 22 milhões de cópias em todo o mundo. Hibino tem uma imensa legião de fãs nos Estados Unidos. Ele também atua como produtor de pop stars japoneses como Yuki Koyanagi, Chihiro Yonekura, e muitos outros. Hibino é ainda um empresário bem sucedido no comando de sua companhia de produção musical, a “Gem Impact”. Hibino é solista convidado para a turnê brasileira do Video Games Live.

Conexão Cultural: Produtora brasileira dirigida pelo produtor cultural Sergio Murilo Carvalho, que atua há 20 anos no segmento de entretenimento. Esteve a frente da produção e organização do evento em comemoração aos 440 anos do Rio de Janeiro (2005) e do Feira Musica Brasil (2007). A Conexão Cultural também assina, desde 2006, a turnê brasileira do Video Games Live.

Show de abertura – Abreu Project
A banda surgiu em 2006, devido a pesquisas de Leandro Abreu sobre músicas de jogos, gênero que concentra composições de grande significado e pouco exploradas musicalmente. A Abreu Project acrescenta às músicas dos games sons de instrumentos variados como marimba, bandolim e sintetizador, dando às composições novas texturas, novos coloridos e novas sonoridades, despertando a atenção à musicalidade original desse trabalho.

Desde 2007, o grupo formado por Leandro Abreu (guitarras, marimba, sintetizador, programação, arranjos, gravação), Roberto Ruiz Tacos (guitarra), Marcelo Barros (baixo), e Gustavo Surniche (bateria) tem realizado vários shows em espaços alternativos em Belo Horizonte, em diversas edições do Anime Festival. Também participou do Game Way, em Florianópolis, Santa Catarina. O Projeto recebeu ótimas críticas do meio musical especializado, como o compositor japonês de trilhas para consoles da Sega e Nintendo Motoi Sakuraba, além de propostas de shows na Holanda e Estados Unidos.

“Video Games Live” no Grande Teatro do Palácio das Artes
Dia 30 de setembro, quarta-feira, a partir das 18 horas.

Ingressos para todos os setores: R$120,00 inteira / R$60,00 – meia-entrada

Classificação Etária: 12 anos

Meia-entrada para maiores de 60 anos e estudantes, conforme a lei.

Outras informações pelo telefone: 3236-7400

Assessoria de Imprensa: CL Assessoria em Comunicação – 3274 8907


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Convite – Música Preta pra Balançar

29/09/2009 às 18:07 | Publicado em Música | Deixe um comentário
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Quer ir ao show de graça? Deixei seu nome completo nos comentários!

“Uma viagem além da porta”, de Gisele Lemos

29/09/2009 às 14:27 | Publicado em Literatura | 2 comentários
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Escritora mineira lança livro que traz o cotidiano, as reminiscências e bom humor de uma mulher contemporânea

Foto de Paulo Sassarrao

Foto de Paulo Sassarrao

…“Fui da turma do fundo da sala. Sentava sempre nas últimas carteiras, fingia que estava compreendendo alguma coisa, e sempre tirava nota sete, mais do que suficiente para passar de ano. Fazia parte do clube dos excluídos, cheios de espinhas na cara que, de forma discreta, tentava se aproximar dos engraçadinhos de plantão”…

“Uma viagem além da porta” é o título do primeiro livro da jornalista, escritora e atriz Gisele Lemos, que será lançado no dia 29 de setembro (terça-feira), às 18 horas, na Academia Mineira de Letras (Rua da Bahia, 1466 – Lourdes). Publicado pela Mazza Editora, a obra traz uma coletânea de crônicas produzidas por Gisele entre 2004 e 2009.

O leitor terá a grata revelação do surgimento de uma nova e interessante expressão da recente produção literária brasileira. Gisele é ágil e bem humorada em suas manifestações; seu texto é de uma linguagem contemporânea, ávida e envolvente. Ao ler as crônicas, se tem a impressão que a autora está numa mesa de bar, contando casos para uma turma de amigos. No início do livro, Gisele afirma que irá falar sobre o ‘nada’, mas ao lê-lo, é possível perceber que ela fala sobre um ‘tudo’.

“Uma viagem além da porta” tem como protagonista e narradora a envolvente personagem Shirlene Pires, que instiga o leitor a refletir sobre a ficção e a realidade. Ao brincar de “conta não conta”, ela propõe uma viagem ligada à vida íntima de algum suposto conhecido do leitor. Em outros momentos, Shirlene Pires aparece crítica e convida todos para uma viagem cultural, ao comentar peças teatrais, realizações da MPB, filmes, obras literárias e programas de TV, sempre com ironia e humor. Shirlene Pires propõe também uma viagem cultural: passeios pelas ruas de Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Nova York. O seu olhar volta-se algumas vezes para o passado e fixa tipos sociais curiosos como Tonico Ferreira, Martins de Carvalho, Tadeu Aguiar, Geração 70 e Fernanda Holanda. Outras vezes o olhar da protagonista projeta-a no futuro em busca de afeto e propõe um possível encontro com o leitor.

A publicação se deu por incentivo de uma grande amiga de Gisele, a poeta Alícia Maria, que também sugeriu o título do livro. “Queria um título que representasse uma viagem, uma saída de um processo confessional, de uma personagem tão intensa e profunda, Shirlene Pires. Um batismo que traduzisse a libertação e quebra de paradigmas e limites da personagem”, conta a autora. O livro foi escrito entre fevereiro e março de 2004, com o dobro de páginas da versão que chega às livrarias. “Ficou guardado na gaveta até 2007, quando decidi trabalhá-lo para uma possível publicação. Para isso, contei com a ajuda da professora de Literatura e revisora Barjute Bacha. Começamos o trabalho de revisão e reestruturação: algumas coisas foram modificadas, cortadas e o enorme manuscrito virou um livro de 128 páginas”, explica Gisele.

Gisele Lemos
Mineira de Belo Horizonte, já morou no Rio de Janeiro e em Nova Iorque. Cursou jornalismo na PUC Minas; teatro no Rio (Faculdade da Cidade) e em Nova Iorque (no conceituado The Lee Strasberg Theatre Institute). Dos trabalhos artísticos como atriz gosta de citar “Arlequim ainda não morreu por Colombina”, em que teve direção de André Paes Leme; “Rapunzel”, dirigida por Rômulo Duque; “O Noviço”, por Kalluh Araújo e “Sangue e Laquê”, dirigida por Marcus Alvisi.

Para o diretor Marcus Alvisi, “Uma viagem além da porta” são crônicas na qual a autora espia, com humor, e certa dose de lirismo, seus personagens pelo buraco da fechadura. Entre seres fictícios e reais, Gisele vai construindo seu mundo, ou melhor: sua visão de mundo, aliás, extraordinariamente genuína. Suas palavras ecoam através de Shirlene Pires, porém, são palavras às vezes ásperas, porque sua vontade principalíssima era misturar-se com seus personagens na urdidura de suas tramas indo às últimas conseqüências em suas angústias, alegrias e especialmente inquietações. Entretanto, a autora sabe que se isso fizesse, poderia se perder nesse caleidoscópio multicolor, em que os personagens giram vertiginosamente coloridos e encharcados por fortes pinceladas, oferecendo-nos amplos relevos, entre luzes e sombras, abarrotados de dúvidas tão inquietantes quanto às criaturas e situações que descreve.

Lançamento e noite de autógrafos do livro Uma Viagem Além da Porta
Dia 29 de setembro – terça-feira
Horário: a partir das 18 horas
Local: Academia Mineira de Letras – Rua Bahia, 1466 – Lourdes
Editora: Mazza Editora
Páginas: 128
Capa, projeto gráfico e editoração: Rubem Filho.
Fotos: Paulo Sassarrão.
Preço sugerido do livro: R$ 30,00

Assessoria de imprensa| CL Assessoria em Comunicação: 3274 8907


Fotógrafo eterniza em livro pássaros que habitam a capital

28/09/2009 às 15:13 | Publicado em Fotografia, Literatura | Deixe um comentário
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Pássaros da Liberdade, de Marcelo Prates, será lançado no próximo dia 28 de setembro, na Biblioteca Pública Luiz de Bessa

Marcelo Prates - Foto de Toninho Almada

Marcelo Prates - Foto de Toninho Almada

O desmatamento de áreas verdes na Região Metropolitana de Belo Horizonte e o plantio nas ruas de árvores (Ipês, Magnólia, Ficus, entre outras) que fornecem alimentos às aves contribuíram para a volta de um personagem muito querido à cena urbana: os pássaros. Interessado neste fenômeno, o jornalista e fotógrafo mineiro Marcelo Prates fixou suas lentes em semáforos, monumentos, muros, prédios e outros logradouros públicos em busca de espécies para ilustrar o livro Pássaros da Liberdade, que será lançado no próximo dia 28 de setembro, segunda-feira, a partir das 20h, na galeria da Biblioteca Pública Luiz de Bessa (Pç. da Liberdade, 21 – Funcionários).

Além das mais de 300 fotos de pássaros, o livro também traz textos poéticos dos jornalistas Nilseu Martins e Roberto Mendonça que buscaram através das palavras retratar a beleza das fotos e mostrar os costumes e adaptações vividas por estas aves. Desta forma, unindo fotografia e literatura, Pássaros da Liberdade fala de ecologia ao destacar a fauna e flora da capital e ainda extrai arte de onde menos se espera. A publicação busca ainda estimular o leitor a perceber melhor a natureza que o cerca e ver que as espécies retratadas estão ao alcance da visão de todos; basta olhar com atenção.

Canário - Livro Passaros da Liberdade

Canário - Livro Passaros da Liberdade

“O livro mostra também que Belo Horizonte ainda é uma cidade bastante arborizada e com uma diversidade incrível de pássaros, o que deve ser motivo de orgulho para a população. Durante as fotos, por exemplo, tive a rara chance de flagrar espécies menos comuns no meio urbano como tucanos e bicos-de-veludo”, conta Marcelo.

Canários - Livro Passaros da Liberdade

Canários - Livro Passaros da Liberdade

O início
O hobbie de Marcelo Prates de observar pássaros é antigo e foi herdado de seu pai, que era um apaixonado por canários. Mais tarde, aos 22 anos, o autor teve sua primeira ave: um filhote de gavião, que logo abandonou a gaiola e ganhou os céus de Juatuba, onde seu pai tinha um sítio. Em 1997, Marcelo foi convidado pelo também jornalista Nilseu Martins para fazer fotos para uma série de reportagens do jornal Estado de Minas.

A pauta era sobre um canário que inusitadamente escolheu a Praça da Liberdade como casa. Nilseu, então, soltou uma fêmea da espécie no local para fazer companhia ao passarinho. Deu certo: os dois acasalaram e montaram ninho permanente por ali. Algum tempo depois, a série de reportagens foi transformada em exposição através do projeto BDMG Cultural e garantiu aos dois a Comenda do Mérito Ambiental da OAB/MG.

Preocupação com o meio ambiente
Seria no mínimo incoerente se Pássaros da Liberdade agredisse o meio ambiente. Por isso, a equipe de produção do livro optou por neutralizar as emissões de carbono originadas por todo o seu processo de editoração, desde o custo ambiental da celulose até o transporte da obra já finalizada. Para isso, foram plantadas 13 árvores em matas ciliares no estado de São Paulo para compensar as cerca de duas toneladas de CO2 emitidas pela fabricação do livro, que é o primeiro do estado a receber o selo Carbono Zero. Os cálculos foram feitos por uma instituição especializada em preservação ambiental.

Pássaros na Praça - Livro Pássaros da Liberdade

Pássaros na Praça - Livro Pássaros da Liberdade

O livro teve programação visual do artista plástico, ilustrador e escritor Marcelo Xavier, produção de Claudio Rocha e Fernanda Gomes, produção gráfica de Sylvio Coutinho, consultoria da bióloga Angela Faggioli, arte final de Cláudio Márcio e supervisão do próprio autor. O trabalho possui 180 páginas coloridas, formato 23,5 x 29 cm e tiragem de 1.000 exemplares. “Tivemos um cuidado extra para editorar Pássaros da Liberdade e deixá-lo à altura do talento do Marcelo, que faz poesia urbana em suas fotos e capta as sutilezas e grafismos das formas geométricas da cidade”, comenta Sylvio Coutinho, da Pró Digital, empresa responsável pela editoração da obra.

Sobre o autor
Marcelo Prates nasceu em Belo Horizonte em 28 de fevereiro de 1955. É formado em Comunicação Social pela UFMG. Autodidata, começou na fotografia trabalhando na Associação Comercial de Minas Gerais, em 1981. Em 1983, cobriu a posse do governador Tancredo Neves para a Folha de S. Paulo. Nesse mesmo ano, foi contratado pelo jornal O Globo (sucursal de Belo Horizonte), onde trabalhou durante 10 anos. Fez vários trabalhos como free-lancer para os jornais Estado de Minas, O Estado de São Paulo, Jornal do Brasil, Correio Braziliense, para as revistas Veja, Manchete e Isto É, além de publicações estrangeiras como o jornal Libération (França), o jornal Corriere Della Sera (Itália), a agência France Press, dentre outros. É atualmente editor de fotografia do jornal Hoje em Dia, na capital mineira.

Tico Tico - Livro Pássaros da Liberdade

Tico Tico - Livro Pássaros da Liberdade

Prêmios
Vladimir Herzog – Anistia e Direitos Humanos – 1985
Internacional Nikon – Aquisição de Obra – Japão – 1987
Comenda do Mérito Ambiental – OAB/MG, 1997;
Fotografia Contemporânea da América Latina – Cuba – 2001
Nacional “Brasil Verão” – 2002;
SSF World Photo Contest – Japão – 2002;
National Geographic – “Momentos Incríveis” – 2003
BNB de Jornalismo – 2005
Nacional de Fotografia Goethe-Institut – 2007
Internacional Fotografia 100 anos Niemeyer – Obras selecionadas – Portugal – 2008

Exposições
Crianças – Grande Galeria Palácio das Artes – 1979
Auto-Retrato do Brasileiro – Fundação Bienal de São Paulo -1989
Cinema e Verdade – Galeria Genesco Murta, Palácio das Artes
Dez Anos de Diretas Já – Galeria Zoltan Glueckec- 1994
Liberdade para Voar e Viver – BDMG Cultural – 1977
Fotografia Contemporânea da América Latina – Havana – 2002
Kinder der Welt – Speyr – Alemanha – 2001
Museu Metropolitan de Tóquio – 2002
Goethe-Institut – “A Rapadura e o Fusca: cana, sociedade, ambiente” – Salvador – 2007
Bienal de Artes do Triângulo – Uberlândia – 2007
Exposição Resumo Hoje – Museu Inimá de Paula -2008/2009

Lançamento e Noite de Autógrafos do livro Pássaros da Liberdade – de Marcelo Prates
Local: Galeria da Biblioteca Pública Luiz de Bessa
Endereço: Pç. da Liberdade, 21 – Funcionários
Data: 28 de setembro, segunda-feira
Horário: 20h
Valor do Livro: R$80,00
O livro estará à venda em várias livrarias de Belo Horizonte e também através do telefone: (31) 9159-1879

Assessoria de Imprensa: CL Assessoria em Comunicação
Christina Lima e Marcos Vinícius dos Anjos
(31)3274-8907 e (31)9775-8907

Leo Richard, Milena Torres, Brother Soul, Dona Jandira e Erika Machado fazem shows gratuitos no Teatro Marília

28/09/2009 às 14:48 | Publicado em Música | Deixe um comentário
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Integrando o projeto Música Preta pra Balançar, os shows serão realizados nesta terça e quarta-feira

Depois de shows no bairro Padre Eustáquio e no Centro Cultural Lagoa do Nado, o projeto Musica Preta pra Balançar (MPB) terá duas apresentações no Teatro Marília (Av. Alfredo Balena, 586 – Funcionários), nos dias 29 e 30 de setembro (terça e quarta-feira), a partir das 20h. No primeiro show, Leo Richard traz como convidados a cantora Milena Torres e o grupo de Dança Brother Soul. Já no segundo, ele se apresenta com Erika Machado e Dona Jandira. No repertório, canções inéditas e releituras de compositores como: Sérgio Pererê, Pedro Morais, Mestre Jonas, Makely Ka, Renegado, Renato Negrão, Nilo Pinheiro, entre outros.

Leo Richard - Foto de Jair Campos

Leo Richard - Foto de Jair Campos

Milena Torres
Compositora, poeta, letrista e cantora. Possui cerca de 100 composições registradas entre letras de música e poesia. Estréia na poesia musicada participando de sarau em homenagem aos 10 anos de morte de Paulo Leminski, a convite do poeta e cantor Makely Ka e da poeta Alice Ruiz, em 1998. Como cantora inicia a sua experiência cantando em bares a partir dos 17anos de idade dividindo o palco com diferentes formações musicais. Em 2003 coloca em prática o projeto Árvore Musical Macumba.

Brother Soul
Brother Soul é um grupo de black music, formado por quatro dançarinos: Zé Adão(41), Adenauer(45) e os fundadores Mestre Tito(50) e Conrad(40). O grupo existe desde 1983 e todos os integrantes são moradores do Conjunto Jatobá I, conhecido como Vila Santa Rita, na região do Barreiro.

O fascínio pela música difundida por James Brown, além de ter gerado o surgimento da própria equipe, promove a participação dos dançarinos em vários eventos dentro e fora da cidade. O Brother Soul já dançou em São Paulo e no Rio de Janeiro e realizou apresentações em festas de Reveillon em hotéis de luxo.

Dona Jandira
Nascida em Maceió, Alagoas, no ano de 1938, Dona Jandira iniciou seus estudos musicais ainda criança, com a mãe, que era professora de música. Mais tarde, estudou Pedagogia e começou a dar aulas e trabalhar com artesanato. Foi quando surgiu o convite para residir em Minas. Enquanto era professora aposentada da cidade mineira de Ouro Branco, Dona Jandira teve seu talento descoberto no momento em que se apresentava diante da banca da Ordem dos Músicos do Brasil, para obter a carteira profissional de musicista.

Érika Machado
Considerada uma das mais jovens e talentosas compositoras da nova geração brasileira, Érika Machado gravou em 2005 seu disco de estréia, intitulado No Cimento. O álbum foi um dos mais comentados e elogiados dos últimos tempos pela imprensa especializada, que a considera, além de uma criativa e delicada compositora, uma bela intérprete de sua obra. Este álbum lhe rendeu o prêmio de Artista Revelação, concedido pela Associação Paulista dos Críticos de Arte em 2006. O gênero musical da cantora passa pela MPB, Rock e Bossa Nova.

Leo Richard

Leo Richard - Foto de Jair Campos

Leo Richard - Foto de Jair Campos

O alicerce musical de Leo Richard se concentra na música negra, segmento artístico que encontrou em Belo Horizonte locais que valorizam a singularidade e diversidade da arte mineira, possibilitando aos artistas a experimentação de novas formas musicais. Com uma presença magnética e um carisma ímpar, ele embala o público com músicas inéditas misturadas com canções consagradas.

Formado em Artes Cênicas pela UFMG, atua em múltiplas artes: teatro, dança, educação e produção cultural. No entanto, tem se destacado no universo musical.  Em suas apresentações, o artista aprimora seu canto na busca de mostrar uma mescla de tendências rítmicas que variam do soul, passando pela música afro-cubana, afro-brasileira, sem deixar de mencionar os batuques dos jongos, do coco, do maracatu e a moderna música brasileira. O ponto em comum entre esses estilos é o sangue negro que corre cheio de groove e suingue, buscando valorizar a singularidade e diversidade da arte musical.

Música Preta pra Balançar
O projeto MPB atende a uma demanda atual da educação que torna obrigatório o ensino da história e cultura do negro. A iniciativa foi criada em 2007 e contempla a interdisciplinaridade das manifestações artísticas, levando para o palco música, teatro, dança e artes visuais em um espetáculo dançante e cheio de energia.

Atualmente financiado pela Lei Municipal de Incentivo à cultura, o projeto tem direção artística e musical de Sérgio Pererê e preparação vocal de Anthonio.

Projeto Música Preta pra Balançar – Shows no Teatro Marília
Local: Teatro Marília (Av. Alfredo Balena, 586 – Funcionários)
Datas: 29 e 30 de setembro (terça e quarta-feira), a partir das 20h
Participações especiais: Erika Machado, Dona Jandira, Brother Soul e Milena Torres
Entrada franca (Ingressos devem ser retirados com uma hora de antecedência na bilheteria do teatro)

Assessoria de Imprensa: CL Assessoria em Comunicação
Marcos dos Anjos e Christina Lima
(31)3274-8907 ou (31)9775-8907


Renato Teixeira participa do FIC 2009 neste sábado, dia 26 de setembro, em Contagem

24/09/2009 às 20:37 | Publicado em Música | Deixe um comentário
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Renato Teixeira - Foto de Marcelo Rossi

Renato Teixeira - Foto de Marcelo Rossi

Renato Teixeira faz parte de um grupo de músicos que todos nós já ouvimos muito. Em sua história estão composições que se eternizaram não apenas em sua voz, mas em outras grandes vozes do cenário musical brasileiro. Acompanhado de seus três filhos, Renato Teixeira realiza show gratuito no Festival Internacional de Corais – FIC 2009 no sábado, dia 26 de setembro, na Praça da Glória, no bairro Eldorado em Contagem, logo após encontro de corais. Além com compositor paulista, o público poderá conferir também, a partir das 18 horas, apresentações dos corais Coral Municipal de Caxias do Sul, Coral Luiz de Queiroz, Coral Cantinho da Boca, Madrigal Mulheres das Gerais, Coro Infantil da Universidade de Cauca – Colômbia, Coral da Fumec, Coral Allegreto Cantalyn e Musicanto.

Festival Internacional de Corais 2009
Com o tema o legado do maestro brasileiro Heitor Villa-Lobos, o Festival Internacional de Corais 2009 promove até o dia 27 de setembro, apresentações gratuitas em 28 pontos da capital mineira, entre eles: Hospital Municipal Odilon Behrens, Academia Mineira de Letras, Basílica de Lourdes, Feira de Alimentação Tom Jobim, Palácio das Artes, Mercado Central, Palácio da Justiça, Parque Municipal, SESC Laces JK e Casa do Baile. Neste ano, acontecem também, apresentações em Brumadinho, Ouro Preto, Mariana, Contagem, Tiradentes, Barão de Cocais, Itabira, Itabirito e Sabará.

Considerado o maior do gênero na América Latina, o FIC-2009 conta com a presença de mais de mais de cem corais de diversas regiões do País, totalizando cerca de 5000 participantes.

No site oficial do Festival – http://www.festivaldecorais.com.br – estão todas as informações. E, nele os corais e maestros interessados podem consultar o regulamento do FIC, baixar músicas de corais e artistas que se apresentaram em edições anteriores, baixar arranjos para coral de MPB, assistir a vídeos com trechos de matérias e momentos de outros festivais, além de participar da comunidade do Festival no Orkut e seguir o perfil do evento no Microblog Twitter – twitter.com/festivalcorais.

Renato Teixeira
Renato Teixeira faz parte de um grupo de músicos que todos nós já ouvimos muito. Em mais de 40 anos de carreira, estão composições que se eternizaram não apenas em sua voz, mas em outras grandes vozes do cenário musical.

Renato Teixeira nasceu em Santos, litoral de São Paulo, mas foi criado no interior do estado. Ali não só se encantou com a música caipira como também descobriu Bob Dylan e Joan Baez, então conhecidos como cantores de protesto.

Em 1967, Gal Costa gravou a marcha-rancho Dadá Maria. No ano seguinte, Roberto Carlos se encantou com Madrasta, composta ao lado de Beto Ruschel. Ficou famoso por ser o compositor de Romaria, gravada por Elis Regina em 1977.

Com a fama, lançou no ano seguinte “Romaria”, seu terceiro LP solo e primeiro a ter alguma repercussão. Atuando como modernizador da música regional e caipira, sem descaracterizá-las, participou de coletâneas e gravou CDs solo, totalizando 22 álbuns. Seu mais recente trabalho, o CD e DVD que levam seu nome, foi gravado no Auditório do Ibirapuera, em São Paulo, em 2007.

Mais informações: (31) 3425-5761 ou http://www.festivaldecorais.com.br
Assessoria de Imprensa: CL Assessoria em Comunicação – 3274 8907

ADIAMENTO DE SHOW DO PROJETO MÚSICA PRETA PRA BALANÇAR – NOTA DE ESCLARECIMENTO

24/09/2009 às 15:07 | Publicado em Música | Deixe um comentário
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Informamos que o show de Leo Richard, Milena Torres e Brother Soul, que seria realizado neste sábado, 26/09, no Centro Cultural do bairro Lindéia, foi adiado. A nova data da apresentação será 29/09, no Teatro Marília. No dia 30/09, no mesmo local, Leo, o idealizador do projeto Música Preta pra Balançar, toca ao lado das cantoras Erika Machado e Dona Jandira.

Para mais informações, favor entrar em contato conosco.

CL Assessoria em Comunicação
(31) 3274 8907

Jota Quest retorna a BH com a turnê “La Plata”

22/09/2009 às 18:33 | Publicado em Música | Deixe um comentário
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Apresentação única no Music Hall terá surpresas no repertório e interatividade total nos celulares e internet

Depois de mais de 100 apresentações por todo o Brasil e também nos EUA, os mineiros do Jota Quest voltam a Belo Horizonte divulgando o álbum “La Plata”. Para comemorar a onda de sucesso, a banda faz show pela primeira vez na casa de espetáculos Music Hall, na próxima sexta, dia 25 de setembro. A apresentação promete ser histórica, pois, além de repertório diferenciado, marca o lançamento de diversas ações envolvendo internet e telefonia móvel – transmissão ao vivo pela web, canal SMS e promoções via bluetooth.

Rogério Flausino (vocalista), PJ (baixo), Paulinho Fonseca (bateria), Marcio Buzelin (teclados) e Marco Túlio Lara (guitarra) prometem apresentar canções do “La Plata”, hits e alguns lados B, além de tocarem, pela primeira vez uma nova versão para um clássico do Roberto Carlos – a música será incluída no especial Roberto Carlos Rock Simphony, a ser gravado em 2010. “A idéia de tocar no Music Hall pintou principalmente por ser uma casa mais aconchegante e a gente poder ficar mais perto da galera. Isso faz uma falta danada”, comemora Rogério Flausino, destacando o clima intimista do evento.

Jota Quest - Foto de Weber Padua

Jota Quest - Foto de Weber Padua

O Jota Quest segue colhendo os frutos do elogiado CD “La Plata”, lançado em outubro de 2008. Depois de emplacar os hits “La Plata“ e “Vem Andar Comigo”, o terceiro single do álbum, “Seis e Trinta”, já está em alta rotação nas rádios pop/rock e ganhou videoclipe, dirigido por Gringo Cardia. O primeiro álbum em espanhol do Jota Quest também está a caminho – deve ser lançado em abril na Argentina, pela Sony Music.

Interatividade
A apresentação do dia 25, marca uma nova etapa na carreira do Jota Quest. Em parceria com a revista Ragga, o evento terá transmissão ao vivo pela web – tanto no site oficial da banda, (www.jotaquest.com.b), quanto pelo site da Ragga, dentro do portal UAI (WWW.uai.com.br). A banda aproveita a ocasião para lançar oficialmente o seu canal SMS, com notícias, agenda, promoções e dicas diárias. A interatividade não para por aí: durante o show, serão distribuídos autógrafos virtuais e imagens exclusivas para o público, que também participa de sorteios de brindes: tudo via Bluetooth, nos celulares. As atividades envolvendo telefonia móvel são desenvolvidas pela empresa mineira Aliás Mobile.

Jota Quest - Foto de Weber Padua

Jota Quest - Foto de Weber Padua

Jota Quest SMS
Canal de notícias, dicas, promoções e informações sobre a banda, no celular. Para participar, deve-se enviar “Jota Quest” para 49810. Por enquanto, o serviço está disponível para as operadoras Claro, CTBC, Oi e Vivo. Valores entre R$ 0,10 e R$ 0,15.

Aliás Mobile
A Aliás Mobile é a divisão de marketing digital especializada em dispositivos móveis da Aliás Comunicação. A empresa é pioneira na utilização de novas tecnologias que integram a internet ao celular e uma das líderes, no Brasil, de aplicativos voltados ao entretenimento através do iPhone, na iTunes Store. Entre os clientes estão a Rádio Mix FM de São Paulo, Grupo JB do Rio de Janeiro, banda Jota Quest, Universidade Estácio de Sá, Takenet e Vivo (Geração e publicação de canais de notícias).

Conheça mais em: www.aliasmobile.com.br

Music Hall – Sexta-feira – Dia 25 de setembro
Jota Quest – Turnê La Plata
Abertura da casa – 22 horas.

Ingressos: (VALORES SUJEITOS A ALTERAÇÕES SEM AVISO PRÉVIO, CONFORME OS LOTES SE ESGOTEM)

Pista
1º lote – R$ 60,00 (inteira) / R$30,00 (meia) (ESGOTADO)
2º lote – R$ 80,00 (inteira) / R$40,00 (meia)
3º lote – R$ 100,00 (inteira) / R$50,00 (meia)
4º lote – R$ 120,00 (inteira) / R$60,00 (meia)

Camarote*
1º lote – R$ 100,00 (inteira) / R$50,00 (meia) (ESGOTADO)
2º lote – R$ 120,00 (inteira) / R$60,00 (meia)
3º lote – R$ 140,00 (inteira) / R$70,00 (meia)
4º lote – R$ 160,00 (inteira) / R$80,00 (meia)

* Valor individual.

Classificação Etária: 18 anos.

Venda de Ingressos: Bilheteria do Music Hall, de segunda a sábado, das 12 às 20 horas (Avenida do Contorno, 3239 – Santa Efigênia); loja 5ª Avenida (27C no 3º piso), Leitura Megastore BH Shopping, pelo site http://www.ingressorapido.com.br e telefone 4003-1212. (Consultar taxa de conveniência).

Meia-entrada: De acordo com Recomendação do Ministério Público, a meia-entrada é válida para estudantes mediante a apresentação da carteira de estudante válida, acompanhada de comprovante de matrícula e/ou freqüência – será exigido na compra do ingresso e na entrada da Casa. Está limitada a 30% dos ingressos disponíveis, não se aplicando às áreas Vip e Camarotes.

Outras informações – Telefone: 3461 4000 e www.musichallbh.com.br


Cinema e jazz na Praça da Liberdade dia 27 de setembro

22/09/2009 às 15:37 | Publicado em Cinema, Música | Deixe um comentário
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Projeto Aqui Jazz traz o lançamento do curta Revertere ad Locum Tuum e show com a banda Take Five, em apresentação gratuita

Atriz Teuda Bara está no curta - Foto de Guto Muniz

Atriz Teuda Bara está no curta - Foto de Guto Muniz

No próximo dia 27 de setembro (domingo), a Praça da Liberdade servirá de palco para o lançamento nacional do curta “Revertere ad Locum Tuum” (Do latim, Retorno ao Local), do premiado cineasta Armando Mendz, às 19 horas. O filme será exibido em um telão localizado na Alameda Central da Praça e na platéia estará boa parte equipe de filmagem, incluindo o diretor e alguns dos atores. Após a exibição, haverá show de jazz e MPB com a banda Take Five.

Com muito humor, o curta conta as peripécias de uma família preocupada em realizar os últimos desejos de sua matriarca. Segundo o diretor Armando Mendz, trata-se de uma comédia sinistra que traz um elenco de primeira grandeza, como o premiado ator Otávio Augusto, no papel de protagonista (irmão da matriarca), e as atrizes Berta Zemel, Inez Peixoto e Teuda Bara (ambas do Grupo Galpão), além de Carlos Magno Ribeiro e Cláudia Assunção. Parte do filme foi filmado no Parque Renascer Cemitério e Crematório.

Baseado em uma história real, Revertere ad Locum Tuum é um roteiro original que trata de um viés da dramaturgia cinematográfica pouco explorado em Minas, mas com expressão universal e presente em todas as cinematografias do mundo: a morte em família. A obra tem duração de quinze minutos e traz a história de uma senhora já viúva que, estimulada pela inauguração de um crematório na cidade, impõe para os filhos um último desejo. A partir daí, a prole se esforça para cumprir o “pedido” da mãe, mas se encontra presa a paradigmas e rituais familiares ancestrais.

Após a exibição do filme, os músicos da banda Take Five fecham a noite com apresentação do melhor do jazz e MPB. No repertório, estarão clássicos como Georgia on my mind, Blue Moon, As times goes by, Manhattan, Night and Day, Misty e Summer Time. Entre as canções nacionais, destaque para O Barquinho, A Felicidade, Corcovado, Desafinado, Samba de Verão, Samba de uma Nota Só e Garota de Ipanema. A banda Take Five é composta atualmente por Clóvis Aguiar (pianista e compositor), Ricardo Penido (trompetista) e Ronaldo Araújo (contrabaixista e trompista). Na apresentação do dia 27, contarão com a presença do saxofonista Cléber Alves e do baterista Léo.

O evento é gratuito e integra o projeto cultural Aqui Jazz, de patrocínio à cultura do Parque Renascer Cemitério e Crematório e do Bosque da Esperança Cemitério Parque. A iniciativa, que existe há cinco anos, traz sempre manifestações artísticas de qualidade às praças e parques da capital divulgando gratuitamente as artes interpretadas por artistas mineiros. Neste ano, o projeto já passou pela Praça JK (Sion), Praça Duque de Caxias (Santa Teresa) e Praça da Savassi, sempre com sucesso de público.

Parque Renascer uma história de apoio à cultura mineira
Desde que foi inaugurado em 2000, o Parque Renascer Cemitério e Crematório investe em marketing cultural. Na área de literatura, já promoveu o lançamento dos livros “Dizendo Adeus” de autoria do professor e doutor Evaldo A. D’Assumpção e “Comes e Bebes nos Velórios das Gerais” da escritora Déa Rodrigues da Cunha Rocha. Patrocinou as exposições de fotografias da jornalista Liliane Rosa, intitulada “Cemitérios” e outra da fotógrafa Izabel Chumbinho “Anjos de Igreja”. As montagens teatrais “Andar de Cima – Uma Comédia pra Amigos do Peito”, “A Falecida” e “Mulheres de Hollanda” também receberam o apoio do Parque Renascer. Vale lembrar que todos os apoios culturais são realizados de forma direta, ou seja, a empresa não utiliza recursos de isenção fiscal através das leis de incentivo.

Abuzza Filmes – Jovem e premiada produtora de cinema
A produtora de cinema Abuzza Filmes, dos cineastas Cristiano Abud, Gui Fiúza e Criss Azzi, é considerada uma das mais atuantes de Minas Gerais e vem, desde 2007, quando foi fundada, colecionando prêmios e prestígio pelo país.

Em seu primeiro ano de atividades, a Abuzza Filmes produziu o documentário “Retratos Brasileiros” de Helvécio Ratton para o Canal Brasil e o curta-metragem “Os Filmes Que Não Fiz” de Gilberto Scarpa, que recebeu mais de 20 prêmios em 30 festivais nacionais e internacionais. “Os Filmes Que Não Fiz” é um dos curtas mais premiados no Brasil nos anos de 2008 e 2009.

Em 2008, produziu os curtas “Bala na Cabeça” dirigido por Cristiano Abud e O FILME MAIS VIOLENTO DO MUNDO dirigido por Gilberto Scarpa e que se encontram em fase de finalização, sendo que a produção foi totalmente financiada por recursos da própria produtora e de prêmios do curta “Os Filmes que não Fiz”.

A Abuzza também lançou o documentário de longa-metragem “Sumidouro”, em co-produção com a produtora Camisa Listrada. O documentário recebeu o prêmio de Melhor Longa-Metragem no 10º Festival Internacional de Cinema Ambiental, em Goiás.

Aqui Jazz: lançamento nacional do curta Revertere ad Locum Tuum e show com a banda Take Five
Data: 27 de setembro
Horário: 19 horas
Local: Praça da Liberdade
Evento Gratuito

Assessoria de Imprensa: (31) 3274 8907 – Christina Lima e Aline Gonçalves


Show “Formosas” faz curta temporada no Teatro Alterosa, entre os dias 25 e 27 de setembro

21/09/2009 às 17:13 | Publicado em Música | Deixe um comentário
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Depois do sucesso, aplausos e elogios recebidos nas apresentações que fizeram do show “Formosas” no final do ano passado e recentemente no Festival de Inverno em Diamantina, as cantoras Babaya, Lu e Celinha Braga voltam à cena com algumas surpresas e alterações no repertório. Os shows serão realizados nos dias 25, 26 e 27 de setembro (sexta e sábado, às 21h, e domingo às 19h) no Teatro Alterosa (Av. Assis Chateaubriand, 499 – Floresta).

Formosas - Foto de Marcia Charnizon

Formosas - Foto de Marcia Charnizon

O talento, harmonia e beleza das vozes das cantoras, aliados às interpretações seguras e refinadas, estão presentes nas belas canções que compõe o repertório formado por grandes clássicos da música popular brasileira. Nas vozes de Babaya, Lu e Celinha Braga, pérolas do samba ganham roupagens originais e surpreendentes. Entre as músicas a serem apresentadas no show estão “Viva Meu Samba”, de Billy Blanco; “Escravo da Alegria”, de Toquinho e Mutinho; “Um Calo de Estimação”, de Zé da Zilda e José Thadeu; e “Chão de Esmeraldas”, de Chico Buarque.

“Formosas” tem direção de Marina Machado, que se revela sensível e oportuna diretora ao dividir o espetáculo em blocos, onde alterna as cantoras em solos, duos e trio, em interpretações emocionadas e bem humoradas. O resultado é primoroso, pois ao mesmo tempo em que imprimiu uma linguagem sofisticada ao show, também assinalou a simplicidade característica das cantoras.

Formosas - Foto de Marcia Charnizon

Formosas - Foto de Marcia Charnizon

No palco Babaya, Lu e Celinha Braga se mostram de maneira emocionada e graciosa. Elas se dizem felizes, pois mais uma vez dividem o palco comemorando 26 anos de amizade e de carreira artística. Cenários, adereços e figurinos que elas trocam em plena apresentação, com muito ritmo e graça, completam o espetáculo.

Acompanhando as cantoras estarão os músicos Dodô Rodrigues (violão), Du Macêdo (cavaquinho), Agostinho Paolucci (violão de 7 cordas), Analu (percussão), Totove Ladeira (percussão). Os figurinos são de Júlia Braga e Eduardo Macedo; a criação de luz de Bruno Cerezoli e o projeto gráfico de Rômulo Righi Filho.

Formosas - Foto de Marcia Charnizon

Formosas - Foto de Marcia Charnizon

Babaya
Cantora, professora de canto, preparadora vocal e diretora musical, Babaya iniciou sua carreira em Belo Horizonte, em 1983, na escola Música de Minas, criada por Milton Nascimento e Wagner Tiso. Em 1991, fundou a Babaya Escola de Canto. Babaya é preparadora vocal e diretora musical dos grupos: Galpão, Espanca, Armatrux, Odeon, Garupa, Galpão Cine Horto, de Belo Horizonte; e do Grupo Ponto de Partida, em Barbacena/MG, onde também é professora de Canto da Bituca Universidade da Música.

Ao longo de sua trajetória artística, Babaya já participou de 105 espetáculos como preparadora vocal, diretora vocal de texto e diretora musical. Recebeu quatro indicações ao Prêmio Shell, na categoria de Melhor Direção Musical.

Babaya tem três CDs gravados: “Babaya De Vida e Canções”, com participação de Milton Nascimento e Wagner Tiso e arranjos de Mauro Rodrigues; “Velho Chico”, em parceria com o cantor Anthonio e com arranjos de Marcus Viana; e “O Prazer da Voz Saudável – Exercícios de Aquecimento e Desaquecimento Vocais”.

Lu e Celinha Braga
Lu Braga é cantora, estudou piano e teoria, técnica vocal e canto, com Babaya de 1985 a 1997, e canto lírico, com Neide Ziviane em 2005. Já Celinha é cantora, compositora, arranjadora e preparadora vocal. As duas irmãs formaram dupla em 1998 se apresentando em bares, eventos, praças e empresas, sempre acompanhadas pelos melhores músicos da época, como Marilton Borges e Célio Balona.

Atualmente, Celinha tem sua própria escola, na região da Pampulha, onde trabalha preparando cantores e grupos vocais para shows, gravações de CDs, musicais, etc. No local há um palco para apresentações de seus alunos e que também já recebeu artistas como Vander Lee, Wilson Sideral, Rubinho do Vale, Regina Souza e recentemente Marina Machado em duas apresentações do seu CD Tempo Quente. Celinha também assina a direção de espetáculos produzidos dentro da sua escola.

Criadas no interior de Minas Gerais, as duas tiveram marcantes influências da música regional, clássicos da MPB, folclore, serenatas e antigos carnavais. Além disso, se inspiraram também nas canções e formas artísticas ligadas à terra, como congados, cantos de lavadeiras e brincadeiras de roda.

Lu e Celinha Braga já participaram de eventos e shows como BDMG Cultural; Série Compositores Mineiros (1991); Coisas do Interior, com o contador de causos Olavo Romano (1992); Musical Hollywood Bananas, de Eid Ribeiro; projeto Sexta no Coreto, com a Orquestra da Polícia Militar (1997), Semana do Folclore – Mostra de Dança e Música, produzido pela Belotur (1998); Bazar dos 100 (2000), Ditadura Nunca Mais (2004).

“Formosas” com Babaya, Lu e Celinha Braga
Local: Teatro Alterosa
Endereço: Av. Assis Chateaubriand, 499 – Floresta
Data: 25, 26 e 27 de setembro (sexta e sábado às 21h e domingo às 19 horas)

Valores dos ingressos
Inteira: R$40,00 / Meia: R$20,00

Pontos de venda de ingressos
Bilheteria do Teatro Alterosa – Av. Assis Chateaubriand, 499 – Floresta
Fone: (31)3237-6611

Babaya Escola de Canto – Rua São Domingos do Prata, 505 – Santo Antônio
Fone: (31)3344-7396

Celinha Braga Oficina de Música – Av. Alfredo Camarate, 279 – São Luiz
Fone: (31)3441-3465

Núcleo de Radiografias Odontológicas – Rua Padre Eustáquio, 2636 – loja 21 – Pe. Eustáquio
Fone: (31) 3411-4477

Mais informações para o público: (31)3237-6611

Assessoria de Imprensa: CL Assessoria em Comunicação
(31)3274-8907 e (31)9775-8907

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